Ruben Guerreiro foi 9.º classificado na Figueira Champions Classic. Não conseguiu responder ao ataque demolidor de Remco Evenepoel, mas acabou por ser o melhor português na prova, integrando o grupo que chegou a 1.48 minutos, e considerou que “Remco realmente está noutro patamar”.

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“É um ciclista do ‘top 3’ mais forte do mundo. Surpreendeu-me. Levei um toque numa roda na frente, não pude ir [quando atacou]. Realmente, também não me sentia super para arrancar na última subida. Eu e o António Morgado […] estávamos na frente, tentámos sair algumas vezes, mas realmente o grupo [perseguidor] contava com ciclistas possantes para este tipo de corridas”, analisou o português da Movistar.

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Guerreiro reconheceu que na última subida ao Parque Florestal “faltavam 20 quilómetros mais ou menos e com vento de costas era difícil sair” do grupo perseguidor.

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“Tentámos, eu e o Pelayo [Sánchez], fazer um sprint final e ficámos no ‘top 10’, é positivo. […] Foi uma pena não conseguir uma roda boa, para tentar fazer mais à frente. Mas top 10 é bom”, concluiu.


Crédito da imagem: Twitter Movistar Team -Sprint Agency – https://twitter.com/Movistar_Team/status/1756383520950235410/photo/3

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