Depois de Guillaume Martin em 2021 e de Jakob Fuglsang em 2022, Richard Carapaz inscreveu o seu nome do palmarés dos vencedores da Clássica dos Alpes-Marítimos, em França.

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Beneficiando do trabalho dos seus companheiros de equipa Diego Camargo e Mark Padun, o campeão equatoriano da EF Education-EasyPost atacou, de forma irresistível, a 7 kms da meta, o que lhe permitiu ganhar a corrida isolado.

O austríaco Felix Gall (AG2R Citroën) ainda tentou alcançar Carapaz, mas nunca conseguiu fechar os dez segundos de atraso para o vencedor da Volta a Itália de 2019, e teve de se contentar com o 2º lugar no topo de Valberg, subida de 12 km a 7,3% coincidente com a linha de chegada.

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Vencedor recente do Alpes Isère Tour, o belga Lennert Van Eetvelt (Lotto Dstny) bateu o francês Lenny Martinez (Groupama-FDJ) e o espanhol Cristian Rodriguez (Team Arkéa-Samsic) pelo 3º lugar (+38″ do que Carapaz).

Depois de um início de época complicado, às voltas com uma intervenção cirúrgica às amígdalas, Richard Carapaz está de volta ao seu melhor nível com vista à Volta a França. “Estou muito satisfeito por regressar à competição. Trabalhei bem em casa e com a equipa de Font-Romeu”, explica o equatoriano ao Eurosport.

“É um bom resultado, creio que estamos no caminho certo. Este triunfo, acima de tudo, dá-me confiança”, frisa Carapaz. “Conhecia muito bem a última subida. A certa altura não sabia se ia continuar isolado, mas vi que Gall não conseguia apanhar-me, e continuei a fundo”, conta o corredor, que em seguida participará no Critério do Dauphiné, o último grande teste antes do Tour.

“Espero que tenhamos um bom Dauphiné. É uma corrida importante e estamos bem preparados”, concluiu Carapaz.

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Imagens: Clássica dos Alpes Marítimos Twitter

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