Depois de Peter Sagan ter admitido que procuraria uma nova equipa se a Bora-Hansgrohe não estiver interessada em renovar o seu contrato, a Deceuninck-QuickStep emergiu como alternativa com certa dose de lógica em que o patrocinador comum Specialized a desempenhar um papel que poderia ser determinante.

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O diretor da equipa belga, Patrick Lefevere, revelou que está perto de garantir o futuro da equipa e quer começar uma nova fase de desenvolvimento que veria Remco Evenepoel liderar uma formação com ambição a vencer grandes voltas. Ao que parece, as empresas Deceuninck e QuickStep estão asseguradas como patrocinadores principais, mas Lefevere está a procurar um orçamento (ainda) maior para poder competir com equipas como a Ineos Grenadiers, Jumbo-Visma e UAE Emirates pela classificação geral no Giro, Tour e Vuelta.

De acordo com o jornal francês L’Equipe, Sagan ingressar na Deceuninck-QuickStep com o apoio financeiro da Specialized resolveria os problemas de todos. Lefevere garantiria o patrocínio da Specialized, um dos mais abrangentes em material para bicicletas e equipamentos, e a chegada do experiente eslovaco também poderia atrair novos investidores que contribuam para o pretendido reforço de orçamento.

Sagan talvez tivesse de aceitar um corte no salário de cerca de cinco milhões de euros anuais que aufere na Bora. Aos 31 anos e na 12ª temporada no WorldTour, Sagan tem 114 vitórias, incluindo três títulos mundiais, sete camisas dos Pontos do Tour de França, três edições de Gent-Wevelgem, e uma do Tour de Flandres e do Paris-Roubaix.

“Nos meus termos, sim [Sagan interessa]. Mas nenhuma palavra foi dita sobre isso ainda, então não posso dizer mais”, confessou Patrick Lefevere, que para contratar Sagan e manter os serviços de Julian Alaphilippe, Asgreen, Sam Bennett ou Evenepoel, terá de garantir o equilíbrio orçamental da equipa. Para tal, Lefevere parece ter desistido de tentar lutar pelo jovem português João Almeida, que estará muito próximo de se juntar à UAE Emirates a partir da próxima temporada.

“Os meus líderes estão a ser perseguidos, sim. Todos estão a tentar desmontar o meu esquadrão. Cabe a mim mantê-los juntos. É por isso que tenho que renovar com alguns agora. Não todos os trinta, mas as pedras angulares para os próximos anos”, afirmou o diretor da Deceunick-QuickStep.

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