Especialista da La Flèche Brabançonne desde 2020, Benoît Cosnefroy conquistou, enfim, a vitória na e o quarto pódio em cinco anos na prova belga, depois de um segundo lugar em 2022 e dois terceiros, em 2020 e 2023.

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O francês da Decathlon AG2R La Mondiale era um corredor radiante no final da corrida da última quarta-feira e já aponta a mais altos voos.

“Quando fiz minha jogada nos últimos quilómetros foi para afirmar que me sinto em casa aqui. Estou muito, muito feliz por vencer, nunca é fácil vencer uma corrida destas. Sabia que tinha boas pernas e que estava entre os favoritos, mas esta é uma daquelas corridas que não é fácil de ler. Tive dúvidas sobre o percurso [houve menos subida], mas no final das contas não mudou muito”, declara Cosnefroy.

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“Quando consegui entrar no grupo na fase final, foi perfeito para mim, e quando Van den Berg atacou, disse a mim mesmo que era ótimo”, acrescentou.

Esta vitória – já a quarta da temporada – chega na hora certa para Benoît Cosnefroy, antes de uma semana em que tem ainda maiores ambições: a semana das Ardenas. “Uma das quatro [clássicas] já está vencida. As próximas três não serão mais fáceis, longe disso, mas vou chegar em boa forma, isso é bom”.

O suficiente para vencer Mathieu van der Poel este domingo na Amstel Gold Race? “Para a Paris-Roubaix, Van der Poel tem uma equipa excecional. Mas é uma corrida muito plana, enquanto a Amstel é menos fácil de controlar e pode ser mais fácil para outros corredores se expressarem”, declara o francês, que já subiu ao pódio da Amstel Gold Race e da Flèche Wallonne.


Créditos da imagem: Decathlon AG2R La Mondiale twitter https://twitter.com/decathlonAG2RLM/status/1776268643686392105/photo/1

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