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Partilha!X Convocatória conta apenas com um ciclista na prova de estrada de elite, que até já se mostrou em corridas portuguesas. Federação havia alertado que não poderia suportar todas as despesas nos Mundiais na Austrália e a maioria dos corredores compete na Europa. Continua a aumentar a lista de ausências dos Mundiais na Austrália. Agora são os neozelandeses que competem no World Tour que não vão estar presentes. O país só vai ter um representante na prova masculina de elite: James Fouché.PUB No final de agosto, a federação – Cycling New Zealand – avisou os ciclistas que não teria orçamento para lhes financiar a presença nos Mundiais de Wollongong (18 a 25 de setembro). Ou seja, teriam de pagar parte das despesas. Apesar da proximidade entre Nova Zelândia e Austrália, a maioria dos ciclistas está na Europa e depois das provas em Wollongong teriam de regressar. Mais um problema financeiro que surgiu, recordando-se que a Irlanda já abdicou de estar nos Mundiais. A maioria dos ciclistas neozelandeses entendeu a posição da federação, mas agora é conhecido que os do World Tour decidiram não fazer a deslocação. Ou seja, ciclistas como George Bennett (UAE Team Emirates) – na fotografia – e Patrick Bevin (Israel-Premier Tech), por exemplo, serão mais duas ausências a juntar a uma lista que vai ficando longa (ver link em baixo). Bennett chegou a dizer num podcast que não poderia pedir a um ciclista para trabalhar para ele nos Mundiais, se este tivesse de pagar as despesas, para depois nem poder tentar ganhar. O único eleito O único representante da Nova Zelândia será James Fouché, que compete numa equipa neozelandesa, a Bolton Equities Black Spoke. É um ciclista de 24 anos, com dois títulos nacionais de estrada e que já se viu por Portugal. Em 2018 foi segundo na Clássica da Arrábida e no ano seguinte venceu a classificação da montanha da Volta ao Alentejo. Então representava a entretanto extinta Team Wiggins.PUB Já do lado feminino, Niamh Fisher-Black – corredora de 22 anos que tem feito uma excelente temporada na SD Worx – optou por pagar do seu bolso as despesas e tentar lutar pelo título mundial. Venceu a classificação da juventude no Giro d’Italia Donne e foi quinta na geral. Aquando do anúncio que os ciclistas neozelandeses teriam de suportar parte das despesas para estar nos Mundiais, a diretora de performance da Cycling New Zealand, Amy Taylor, explicou: “Não foi um ano ideal para os Mundiais serem na Austrália, com os custos a duplicarem o nosso orçamento de 2021 e com alguns ciclistas a terem de regressar à Europa, para depois regressarem à Nova Zelância no verão. Fotografia: Sprint Cycling Agency/UAE Team Emirates Também vais querer ler… Pidcock aumenta lista de ciclistas que renunciam aos MundiaisPUB
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