Peter Sagan foi condenado, por tribunal do Mónaco, a pagamento de multa de 5000 euros, por resistência e agressão a um agente de autoridade, perante a ordem de confinamento obrigatório, num incidente que ocorreu em abril último nas ruas de Monte Carlo, onde o corredor eslovaco reside.

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De acordo com o jornal monegasco Nice-Matin, Peter Sagan regressava a casa, na companhia do seu irmão, que conduzia o veículo em que circulavam, em Monte Carlo, após a meia-noite do dia 25 de abril deste ano, depois de participarem numa festa, quando a polícia mandou-os parar e obrigou-os a saírem do carro por infringirem o recolher obrigatório. Peter Sagan, que aparentava sintomas de embriaguez, resistiu violentamente, ferindo um dos policiais numa das mãos.

Os advogados do ciclista justificaram o comportamento deste, alegando que temia que o levassem a um hospital e o obrigassem a vacinar-se contra sua vontade. Depois de várias horas detido no posto da polícia, Sagan terá declarado não se recordar do ocorrido e pediu desculpas pelo incidente.

Agora, um tribunal do Mónaco o novo corredor da equipa TotalEnergies em 5000 euros, por agredir um agente de autoridade, e em 100 euros por violar o recolher obrigatório.

Após a divulgação da notícia, o antigo tricampeão mundial desculpou-se através de um comunicado nas suas redes sociais e prometeu que o incidente não se repetirá. “Foi uma experiência muito feia, que me fez pensar muito. Lamento este incidente, que nunca mais acontecerá”, afirma o eslovaco na referida mensagem.

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