O recente anúncio da União Ciclista Profissional (UCI) de penalizar as posições aerodinâmicas de ‘super tuck’ em descida e de contrarrelógio em bicicletas normais durante etapas em linha promete alimentar polémica na temporada de 2021, que ainda vai no início.

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Desde que a UCI dez a declaração sobre aquelas sanções, houve, de imediato, corredores que se insurgiram, sugerindo aos responsáveis do organismo que se preocupassem essencialmente com as condições de segurança das estradas, e a primeira etapa do Tour da Provença, ontem, trouxe as primeiras críticas concretas. Vários corredores recorreram às redes sociais após a jornada de abertura da competição francesa para queixarem-se de ilhas de trânsito não sinalizadas no quilómetro final.

Foto Luc Claessen/Getty Images

Carlos Barbero, da Qhubeka Assos, postou uma foto da transmissão direta, desenhando uma seta para apontar vários daqueles obstáculos sem o devido alerta aos ciclistas quando o pelotão rolava a alta velocidade. “Devíamos começar a preocupar-nos com o que realmente importa. Duas ilhas de trânsito não sinalizadas no quilómetro final”, escreveu Barbero. “Já é mau encontrarmos essas ‘coisas’ a 100 km da meta, mas no último quilómetro, com o batimento cardíaco ao máximo, são armadilhas que por acaso só não resultam em acidente”, apontou o espanhol.

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