Já se sabia que Tadej Pogacar é o grande favorito à vitória na Volta à Catalunha e que se nada correr mal ao esloveno as etapas de montanha ser-lhe-ão um recreio. O líder da UAE Emirates confirmou-o logo à primeira oportunidade (em chegada em alto, porque na jornada inaugural tentou desde logo ganhar, mas foi surpreendido pelo ataque de Nick Schultz), na 2ª etapa, na terça-feira, entre Mataro e Vallter 2000.

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Nesta subida final (11,4 km a 7,6%), Pogacar, muito bem conduzido por João Almeida, verdadeiro gregário de luxo, lançou o seu ataque e como se previa ninguém mais o alcançou… ou viu até à meta, onde chegou com mais de 1.20 minutos de vantagem sobre os mais próximos perseguidores. No caso, Mikel Landa (Soudal Quick-Step) e Aleksandr Vlasov (BORA -hansgrohe).

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Um grande desempenho do novo líder da classificação geral da corrida catalão, imparável até mesmo sob condições climatéricas impiedosas. “Começamos com um tempo muito bom, pensávamos que estávamos no verão. Mas então vimos as nuvens a aproximarem-se. E começou a chover muito na penúltima subida”, explica Tadej Pogacar no final da etapa.

“As condições meteorológicas foram muito difíceis. Foi também uma subida final complicada, em altitude. Isso torna as coisas ainda mais difíceis, mas estou muito satisfeito com esta vitória”.

De resto, desde o início da etapa que Tadej Pogacar deveria ter as pernas a formigar e chegou a isolar-se do pelotão, ainda tinham sido percorridos poucos quilómetros, em parceria com o seu companheiro de equipa Domen Novak.

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“O meu ataque no início da etapa foi um momento divertido com o Domen.” Mas mais tarde, na descida do Coll de Coubet (1ª categoria, 9,2 km a 5,5%), o natural de Komenda tentou outra vez, agora com três dos seus colegas. “Fiquei muito confortável e segui meu próprio ritmo, nada de especial”, confessou…


Créditos da imagem: volta a catalunha Twitter – https://twitter.com/VoltaCatalunya/status/1770134190320722005/photo/1

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