Chris Froome confirma que competirá em 2024 e que o regresso ao Tour continua a ser prioridade. Apesar de uma temporada de 2023 difícil, marcada pela exclusão da formação da Israel-Premier Tech na Volta a França de 2023, o quatro vezes vencedor da Grande Boucle garante que quer continuar no ativo e com ambições intactas.

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“Apesar de não estar a ganhar como costumava fazer antes da minha queda, ainda gosto de competir”, disse o britânico à FloBikes, na Volta a Hainan, prova por etapas na China – em que teve resultado modesto (63.º da geral) -,  confirmando que continuará ao serviço da Israel-Premier Tech pelo menos até ao final de 2024. “Não tenho intenção de parar”, assegura.

Chris Froome voltou à competição nesta prova chinesa, a sua primeira competição desde final de julho, quando sobre que ficaria de fora da equipa israelita eleita para o Tour. “Tem sido uma temporada difícil para mim”, admitiu.

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“Obviamente, tendo trabalhado duro para tentar entrar no Tour e perdido essa possibilidade, tive de fazer um reset, acima de tudo mental, e voltar a concentrar-me, porque essa notícia foi um enorme abalo”.

Froome reconhece que não terá aspirações a desafiar os atuais dominadores da Volta a França, Jonas Vingegaard ou Tadej Pogacar, “pelo menos, tão cedo”, mas ainda acredita que pode ser “protagonista” na prova.

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“Vou fazer disso [da participação no Tour de França] o meu foco para o próximo ano. Espero ter uma preparação adequada na primeira parte da temporada, ser selecionado para o Tour e fazer uma corrida positiva”, prognosticou Froome.

“Vou focar-me muito mais nas corridas por etapas de uma semana. Talvez prescinda de algumas corridas de um dia”, disse o britânico. “Porque corridas por etapas com montanha seriam bom teste para avaliar em que condição poderia estar numa corrida como o Tour”, concluiu.


Imagem Israel Premier-Tech Twitter

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