Uma das grandes (primeiras) dúvidas deste Tour era saber se Jonas Vingegaard tem pernas para lutar com com Tadej Pogacar. Ao primeiro assalto, na temível Côte de San Luca, o dinamarquês respondeu afirmativamente.

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Bons indicadores conferidos pelo líder da Visma, pela facilidade com que seguiu o ataque Pogacar, mas o dinamarquês disse-se surpreendido…

“Hoje (domingo) foi um dia muito bom para mim”, admitiu Jonas Vingegaard após a chegada. “Era um dos dias que esperava perder tempo para Pogacar, por isso poder segui-lo é uma vitória para mim. Este era uma das etapas que mais temia. Rodámos em ritmo acelerado desde o início da subida e a UAE Emirates assumiu depois”.

“Quando Pogacar atacou, consegui segui-lo. No topo, decidi colaborar com ele. O meu pedal bateu no chão nalgum lugar na descida e pensei na minha queda há alguns meses e nas lesões… Mas não tenho receio nas descidas”,

“É difícil começar uma corrida quando não se sabe em que estado de forma se está”, continua. “Treinei durante um mês e meio, era muito difícil saber se estaria com capacidade para competir a este nível. Isto não é mentira. Mas agora posso dizer que estou de volta ao melhor nível e espero que tenhamos três boas semanas neste Tour. Estou muito perto do meu nível habitual”.

Vingegaard concluiu com uma palavra de cuidado com os companheiros de equipa Wout van Aert e Matteo Jorgenson que foram vítimas de queda nesta etapa. “Claro que fiquei preocupado. São dois corredores muito importantes para mim.”


Crédito da imagem: Visma Lease a Bike Twitter –  https://x.com/vismaleaseabike/status/1807450534120403420/photo/3

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