A dois quilómetros do final, Mathieu van der Poel bate na sua bicicleta, em sinal de agradecimento. Porém, foram as pernas e a coragem do neerlandês que lhe permitiram conquistar a segunda vitória consecutiva em Paris-Roubaix.

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No final de uma corrida a solo iniciada a quase 60 km da chegada, o campeão mundial levantou os braços no velódromo André-Pétrieux, tornando-se o único corredor desde Tom Boonen (2008, 2009) a conseguir a vencer a fazer o bis na clássica.

A somar, MVDP bateu outro recorde: com uma média de 47,802 km/h, é o vencedor mais rápido do Inferno do Norte da história. Depois do sucesso na Volta a Flandres, na semana passada, Mathieu van der Poel acrescenta um sexto monumento à sua já (muito) rica lista de conquistas.

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E anuncia desde já a participação na Liège-Bastogne-Liège. “Primeiro saborearei esta vitória, mas em condições normais estarei presente [na clássica das Ardenas, o quarto monumento da temporada].”

Sobre a Paris-Roubaix, o neerlandês explicou tudo… “Sem dúvida que estive mais forte do que no ano passado. Estou muito orgulhoso dos rapazes e muito feliz por ter terminado.”

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O neto de Raymond Poulidor não tinha planeado atacar de tão longe: “Queria tornar a corrida difícil. Essa é a minha força. E tive um grande dia. Claro que um furo nunca está longe em Roubaix, mas tive uma diferença muito grande e o carro da equipa estava logo atrás de mim. Por isso, estava confiante e pude realmente aproveitar o momento. Na semana passada, estava realmente no limite [no Tour de Flandres], mas hoje senti-me realmente incrível. Fui capaz de aproveite os últimos quilómetros. Queria mostrar a minha camisola esta temporada, mas o que tenho feito está acima das minhas expectativas”, afirma.


Créditos da imagem: Hautes de France Twitter – https://twitter.com/hautsdefrance/status/1777012342229787005/photo/3

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