De visita ao showroom, loja e centro técnico das bicicletas elétricas Beeq! [com vídeos] 24 de Julho, 2024
Partilha!X É a resposta ao inflacionamento das remunerações, que ano após ano batem recordes, e de que é exemplo o ordenado de mais de 5 milhões de euros por ano que a UAE Emirates paga a Tadej Pogacar. A União Ciclista Internacional (UCI) anunciou a intenção de regulamentar a limitação dos salários dos corredores, em resposta ao inflacionamento galopante dos valores, que ano após ano batem recordes, de que é exemplo os mais de 5 milhões de euros por ano que aufere Tadej Pogacar na UAE Emirates.PUB “É verdade que estamos neste momento a discutir o assunto com a AIGCP, para obter um melhor equilíbrio entre as equipas do World Tour”, confidenciou o presidente da UCI, David Lappartient, em declarações noticiadas pela VeloNews. “Um teto para salários ou para os orçamentos das equipas, é algo de que estamos a debater ainda”, acrescentou o responsável. Desde chegada da equipa Sky, a equipa britânica renomeada de Ineos Grenadiers em 2019, o ciclismo entrou numa nova era de remunerações, em que algumas formações do WorldTour, recorrendo a avultados orçamentos (entre 30 e 60 milhões de euros por ano, contra 10 a 20 milhões das Tour team), conseguem garantir a aquisição dos melhores corredores. A UAE Emirates, cujos responsável assumem a ambição de a tornar a melhor equipa do Mundo, construída à volta da grande estrela da atualidade, Tadej Pogacar, é a mais recente equipa a entrar nesta lógica: este ano, recrutou Pascal Ackermann, João Almeida, Georges Bennett e Marc Soler, entre outros. Essa hegemonia coloca um problema de competitividade, afirma Jonathan Vaughters, diretor da EF Education-EasyPost. “As equipes menos ricas serão sempre capazes de identificar os melhores talentos, mas não de retê-los. Na UAE Emirates sabem que não há risco de outra equipa pagar a Tadej Pogacar mais do que eles…”, refere o chefe de Rúben Guerreiro. PUB Em resposta a estas críticas, segundo as quais o equilíbrio e a equidade do ciclismo estão ameaçados, a UCI levantou pela primeira vez a ideia de limitar os investimentos das equipas. “Estamos agora a estabelecer um plano para combater esses problemas nos próximos anos, em consulta com os atores envolvidos. Está definitivamente na agenda, porque não queremos um punhado de equipas a concentrarem todos os bons corredores. A batalha deve ser equilibrada”, defende David Lappartient, que no entanto reconhece que “a UCI ainda não está pronta para entrar em detalhes”.
| Destaque Volta a Espanha ’25: 8ª etapa: Philipsen confirma superioridade no sprint; Almeida tranquilo O velocista belga da Alpecin-Deceuninck bateu, em cima da linha, o italiano Elia Viviani (Lotto) e o britânico Ethan Vernon (Israel-Premier Tech). Há 13 horas
Estrada Lucas Lopes termina em 15º a Volta a França do Futuro O português, melhor jovem na última Volta a Portugal, confirmou talento com uma prestação sólida ao longo das seis etapas contra os melhores ... Há 16 horas
Estrada Volta a Espanha ’25 – João Almeida: ‘Vingegaard também não puxa muitas vezes…’ Almeida disse que não estava surpreendido com a exibição e vitória de Juan Ayuso... Há 18 horas
Estrada Volta a Espanha ’25 – Juan Ayuso: ‘Vou recordar este dia para sempre’ Na quinta-feira, o espanhol perdera mais de dez minutos e deixara João Almeida como único candidato da formação ao triunfo final. Mas na ... Há 20 horas
Estrada Volta a Espanha ’25 – 7ª etapa: Ayuso… o dia seguinte; e Almeida continua ao ataque Um dia depois de ter perdido mais de 10 minutos e de se despedir da luta pela geral, o espanhol respondeu com uma ... Há 2 dias
De visita ao showroom, loja e centro técnico das bicicletas elétricas Beeq! [com vídeos] 24 de Julho, 2024