Primoz Roglic não cede nas suas ambições ao Tour. O esloveno, que se transferiu este ano para a Bora-hansgrohe, renomeada a partir da Volta a França como Red Bull-Bora-hansgrohe, devido à entrada da multinacional de bebidas energéticas como acionista maioritários (51%) do capital da estrutura gerãmica, até pode tornar-se o adversário número um de Tadej Pogacar (UAE Emirates).

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Porquê? Devido as incertezas que rodeiam a condição física de Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike) e as dúvidas sobre a resistência de Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step) nas montanhas.

Quatro anos depois do trauma que foi ter perdido o Tour na penúltima etapa, no contrarrelógio em subida, e de ter abandonado nas duas últimas participações, Roglic está no Tour para vencer e não sente o peso da idade…

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“É verdade, tenho 34 anos, mas ainda me sinto jovem. Realmente, não me preocupo com isso. Mudei de equipa para ter a oportunidade de vencer o Tour, e agora há duas possibilidades: ou ganho ou não ganho. E no próximo ano haverá outro Tour. Só quero não me arrepender e fazer tudo que me for possível”, declara Roglic.

Vencedor do Critério Dauphiné no início do mês, o esloveno está de sobreaviso para os perigos que escondem a Grande Depárte de Florença e o seu logo se seguirá. “O Tour dura três semanas e teremos de estar ao melhor nível do primeiro ao último dia. Já vai haver uma grande luta na 1.ª e 2.ª etapas, depois a alta montanha com o Col du Galibier na etapa 4, o contrarrelógio e a etapa da gravilha. É uma primeira semana louca, certo! E haverá ainda pior…”, conclui o homem que terá uma equipa muito forte para apoiá-lo, incluindo Aleksandr Vlasov e Jai Hindley.


Créditos da imagem: LeTour Twitter  – https://x.com/LeTour/status/1806427084153057770/photo/2

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