A 13ª etapa da Volta a França 2023 terminou com Michal Kwiatkowski (Ineos-Granadiers) a vencer a solo no alto do Gran Colombier, sendo esta a segunda vitória no Tour na carreira do ciclista polaco. Na geral, a luta intensificou-se com Tadej Pogacar (UAE Emirates) a recuperar mais alguns segundos…

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O Grand Colombier era o local no qual se esperava os movimentos mais ofensivos do dia, numa etapa de formato curto, apenas 137 kms, que começou Châtillon-Sur-Chalaronne.

E, não sendo o dia de hoje uma exceção, a corrida começa lançada e com médias altíssimas, com a fuga a ganhar forma com cerca de 26 kms percorridos na etapa.

A Emirates, que tinha objetivos de controlar a etapa e atacar as bonificações com o seu líder no final do dia, viu a sua tarefa ficar um pouco mais complicada, dado que na fuga seguiam 19 corredores: Quentin Pacher (Groupama-FDJ), Michal Kwiatkowski (Ineos Grenadiers), Alberto Bettiol, James Shaw (EF Education-EasyPost), Kasper Asgreen (Soudal-Quick Step), Matej Mohoric, Fred Wright (Bahrain Victorious), Jasper Stuyven (Lidl-Trek), Adrien Petit, Mike Teunissen, Georg Zimmerman (Intermarché-Circus-Wanty), Nelson Oliveira (Movistar), Hugo Houle (Israel-PremierTech), Luca Mozzato (Arkea-Samsic), Maxim Van Gils (Lotto-Dstny), Cees Bol, Harold Tejada (Astana), Anthon Charmig (Uno-X), Pierre Latour (TotalEnergies).

A diferença para o grupo do camisola amarela chegou mesmo a ultrapassar os 3 minutos, mas a faltarem cerca de 60 kms na etapa, a Emirates controlava com 2m25s de diferença.

Tanto na fuga como no pelotão a ação estava reservada para a grande dificuldade do dia, o Gran Colombier, com cerca de 18 kms de extensão e pendentes de 12%… No grupo dos fugitivos o primeiro a tentar a sua sorte foi Quentin Pacher, que atacou quando havia percorrido dois kms da subida…

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A tentativa do ciclista da FDJ não teve “pernas” para andar, e quem o alcança são Harold Tejada, Van Gils e James Shaw. Este trio rapidamente descarta Pacher da frente da corrida, mas quem vinha de trás e com bastante vontade de vencer era nada mais nada menos que Michal Kwiatkowski, que alcança a frente e ataca sem resposta de ninguém.

A partir deste ponto o polaco geriu a vantagem, que foi suficiente para vencer neste 110ª edição da Volta a França e entregar também a primeira vitória à Ineos no Tour 2023.

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Na luta pela geral… os ritmos vinham animados! A Emirates entra “a fundo” no início do Colombier e assim continuou durante mais de metade da subida. A 3 kms do fim seguiam apenas 15 elementos no grupo do camisola amarela, e Adam Yates (UAE Emirates) ataca, levando resposta pronta da Jumbo e de Jonas Vingegaard (Jumbo-Visma).

Yates controla o ritmo e leva na roda os principais candidatos à vitória final.  O ritmo era tão elevado que os fugitivos foram todos apanhados, à exceção do vencedor e do segundo posto, estando as bonificações do terceiro lugar à mercê de Tadej Pogacar.  O esloveno difere um fortíssimo ataque a 500 metros da meta. Vingeggard responde mas não aguenta e abre um espaço de 4 segundos na estrada…

Com as bonificações, Pogacar diminui a distância para a camisola amarela, que está agora “apenas” a 9 segundos de ser atingida. Feitas as contas, Jonas Vingegaard segura a amarela por 9 segundos, para Tadej Pogacar, Jay Hindley (Bora-Hansgrohe) mantém o terceiro posto da geral, a 2m51s.

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Imagens: Twitter Volta a França // Twitter Velon CC

 

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