Primoz Roglic (Jumbo-Visma) rejeita o estatuto de favorito à vitória no Tour de França e insiste que a corrida este ano não será apenas um duelo com o seu compatriota esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates).

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À partida para o Tour, no próximo dia 26, em Brest, Roglic terá passado dois meses sem competir, precisamente desde que ficou na 13.ª posição no Liège-Bastogne-Liège, no final de abril. O corredor da Jumbo-Visma esteve em estágio de altitude na Sierra Nevada, Espanha, e mais recentemente em Tignes, nos Alpes franceses.

Por seu turno, Pogacar venceu recentemente a Volta à Eslovénia, enquanto Ineos triunfou no Critérium du Dauphiné, com Richie Porte – e com Geraint Thomas em terceiro -, e na Volta à Suíça, através Richard Carapaz, três corredores da equipa britânica que estarão no Tour.

“Não me considero um dos principais favoritos”, disse Roglic. “Eu não sou o campeão em título. E já não compito há um tempo. Vamos estar lá e no final veremos o que dará”, afirmou o esloveno da Jumbo-Visma.

Roglic vestiu a camisa amarela por onze dias no Tour do ano passado, mas foi ultrapassado, de forma dramática, pelo compatriota Pogacar no contrarrelógio decisivo para La Planche des Belles Filles. Depois da desilusão do segundo lugar no Tour, Roglic respondeu com uma vitória no Liège-Bastogne-Liège e na Vuelta a Espanha no final da temporada. Já este ano, em abril, venceu Pogacar na Volta ao País Basco. No entanto, o esloveno rejeita a ideia de que o Tour deste ano se resuma a um confronto direto entre si e Pogacar.

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“No ano passado, todos pensámos que poderíamos ganhar. O segundo lugar ainda foi um resultado muito bom. Este ano, já tive oportunidade de o dizer, será uma nova corrida”, disse Roglic. “Haverá muitos corredores muitíssimo fortes capazes de vencer. Não é apenas uma luta entre mim e Tadej [Pogacar]”, garantiu.

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