Tom Pidcock lutou até final na Omloop Het Nieuwsblad, no sábado, a primeira clássica do fim de semana de abertura, na Flandres, terminando entre os 10 primeiros. “Fiquei um pouco sem pernas no final”, admitiu o corredor da Ineos Grenadiers após ter alcançado a oitava posição na corrida de pavé.

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“Quando a corrida se acalmou, esperávamos que houvesse 25 corredores à frente no final para discutir a vitória. Mas desta vez chegámos e estavam dois tipos [Jan Tratnick, da Visma, que venceu, e Nils Politt da UAE Emirates] que se não vimos o dia todo. É uma loucura como isso pode acontecer, mas não desistimos nessas corridas”, analisou o britânico.

As próximas competições de Pidcock são, no próximo sábado, a Strade Bianche – que venceu em 2023 – a Tirreno-Adriático, de 4 a 10 de março, e a Milão-Sanremo em 16 de março.

“Ninguém pode relaxar atualmente”, acrescentou Pidcock. “Quando a corrida se divide no início, ficamos meio à espera que isso [a corrida ficar descontrolada] possa acontecer. É uma loucura como as coisas se podem suceder, mas ninguém pode relaxar nessas corridas”, referiu o corredor da Ineos.

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“Foi definitivamente um dia difícil e o vento teve um papel importante. Estou satisfeito, fizemos um bom trabalho como equipa no início da corrida e estávamos na posição certa com quatro na frente. Podíamos ter aproveitado melhor esse facto”, conclui Pidcock.


Créditos da imagem: Ineos Grenadiers Twitter – https://twitter.com/INEOSGrenadiers/status/1761405077128962276/photo/1

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