Eusebio Unzué, diretor da Movistar, considera a desistência de Miguel Ángel López da Vuelta a Espanha no decurso da 20.ª etapa, no passado sábado, como “uma experiência nunca antes vivida” e esclareceu a situação de corrida que envolveu o corredor colombiano.

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“Tivemos uma experiência que nunca tinha acontecido, mas o ciclista é humano. Ele não conseguiu resolver um problema desportivo que se criou no início da prova. A princípio reagiu, mas não conseguiu fechar a desvantagem que a Bahrain provocou naquela altura da etapa. A partir daí a situação complicou-se”, explicou Unzué.

Quando ‘Superman’ López se viu fora do grupo de favoritos e começou a perder tempo que fazia perigar o seu lugar no pódio, aconteceu o episódio polémico: o corredor recusou-se a continuar na corrida. “As diferenças aumentaram e infelizmente apoderou-se a frustração. Ele não conseguiu reverter a situação. Mas teria conseguido continuar na corrida, lutando para ser sexto, o que também teria sido importante, especialmente tendo em conta a sua grande vitória 48 horas antes no Gamoniteiro”, alegou o responsável máximo da equipa Movistar.

Unzué não confirma a renovação de contrato com o ciclista colombiano com a Movistar além do final da presente temporada, recentemente anunciada por López e a equipa espanhola. “Esse assunto vai ser discutido, por enquanto temos que nos distanciar e as decisões que tomarmos serão resultado de ponderação por todos. A decisão será tomada mais tarde”, disse.

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