Rolos de treino de ciclismo: diferenças e qual o ideal para cada tipo de ciclista 4 de Dezembro, 2025
Partilha!X "Publiquem os dados. Adorava que a UCI dissesse: é obrigatório divulgar o VO2 máximo duas vezes por ano e medir o hematócrito com um teste sanguíneo", sugeriu o antigo corredor norte-americano. Aos 63 anos, Greg LeMond, três vezes vencedor da Volta a França (1986, 1989, 1990), continua atento ao progresso do treino no ciclismo e os… watts.PUB Numa entrevista à revista Rouleur, o norte-americano deu a sua opinião sobre os atuais corredores, desde o peso à performance. Para ele, os dados de Tadej Pogacar (UAE Emirates) e Jonas Vingegaard (Visma | Lease a Bike) mantêm-se “dentro do domínio das possibilidades”. Para LeMond, o peso tornou-se um problema no pelotão atual. “O que se passa é que os corredores de hoje, forçados pelas equipas, sobrevalorizam a questão do peso. A relação potência/peso sempre existiu, mas vê-se alguns dos corredores, não se parecem com a mesma espécie de humanos de quando competia…”, afirmou Lemond. “Tenho cerca de 178 cm de altura, olho para os ciclistas e vejo que pesam 60 quilos. Eu mesmo pesava 68 quilos! Oito quilos no ciclismo fazem diferença entre noite e dia”. “Penso que o peso médio de um pelotão é três ou quatro quilos mais leve. Li que os corredores tomavam comprimidos para dormir só para vencer a fome… Há uma enorme pressão sobre o peso. Para mim, isto explica o aumento da velocidade média em todas as corridas”, explica LeMond. “Se cada quilo significa cerca de um minuto de subida, então três quilos equivalem a três minutos. Essa é realmente uma grande diferença”, acrescenta. “Se olharmos para Vingegaard e Pogacar, acho que não é impensável fazer o que eles estão a fazer. Vejam o Merckx e o Bernard Hinault. Penso que uma vez por geração há um ou dois ciclistas que têm mais talento. O Pogacar é um monstro. Quer dizer, pode ser o melhor ciclista de sempre”, acrescenta.PUB “Mas para ter mais certezas, gostaria que os corredores publicassem os seus dados”, refere Greg LeMond. “Publiquem os dados. Adorava que a UCI dissesse: ok, é obrigatório divulgar o VO2 máximo duas vezes por ano e medir o hematócrito com um teste sanguíneo. E se tiver um VO2 máximo de 83 e o hematócrito muito baixo, não se consegue fazer [estas proezas]. É fácil ter transparência”, conclui. Crédito da imagem: UAE Emirates Twitter
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