Chris Froome está a disputar o Critérium du Dauphiné, onde esperava ver indicadores de evolução sobre o seu estado de força mais encorajadores. No entanto, o britânico perdeu tempo logo nas curtas subidas do final da 2.ª etapa e, em seguida, terminou em 94.º no contrarrelógio de apenas 16 km na última quarta-feira, gastando mais 2.12 minutos do que o vencedor Alexey Lutsenko.

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“Estou muito focado em voltar ao meu nível anterior e dar um passo de cada vez. Não saio deste nível em que estou atualmente para o que seria necessário a vencer o Tour em apenas algumas semanas”, reconheceu Froome.

“Estou a admitir que não estou em condições de vencer o Tour, que se inicia dentro de algumas semanas, isso é certo”, frisou o inglês no início da etapa 5 do Dauphiné, na última quinta-feira.

Depois de passar três semanas em altitude em Tenerife, Froome alimentava grandes esperanças de ver progresso no Dauphiné “Eu sei de onde vim. Sei que há um ano estava a competir antes até de conseguir caminhar direito novamente. Então, só estar aqui no Dauphiné, sem problemas e participando na corrida, já é um grande progresso”.

Esta é a primeira vez que Froome descartou abertamente possibilidades de ser competitivo no Tour de França deste ano. Até agora, tinha minimizado os seus resultados na equipa Israel Start-Up Nation (47.º no Tour dos Emirados Árabes Unidos, 81.º no Volta à Catalunha, 93.º no Tour dos Alpes e 96.º na Volta à Romandia), insistindo que ainda estava a reforçar os músculos e os desequilíbrios na perna afetada na queda grave em 2019.

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