Poucas semanas depois do susto que apanhou na grave queda na Volta ao País Basco, de que foi dos poucos a sair ileso, Primoz Roglic está de regresso à competição no Critério do Dauphiné – tal como Remco Evenepoel, outros dos acidentados naquele fatídico dia 4 de abril – e em cinco etapas já foi ao solo duas vezes.

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A mais recente, esta quinta-feira, na queda coletiva que neutralizou a 5ª etapa, que provocou ferimentos graves a Steven Kruijswijk e Dylan van Baarle, que serão baixas na Visma Lease a Bike para o Tour.

O esloveno da BORA-hansgrohe caiu, mas conseguiu retomar e chegou à meta em Saint-Priest integrado no pelotão em marcha lenta, mas não estava totalmente tranquilo quanto ao seu estado físico, esperando fazer exames para despistar quaisquer lesões.

Em última análise, não se revelou nenhuma fratura, conforme relatado pela sua equipa, ao início da noite. “Caí sobre o ombro”, disse Roglic.

“Não é bom, especialmente porque fui operado a este ombro há alguns anos”, continua Primoz Roglic em plena preparação para o Tour. “Teremos de avaliar melhor. Estou em melhor forma do que muitos outros corredores. Foi muito mau o que aconteceu”, disse ainda.

“Não sei, não posso dizer ainda se poderei continuar. Vou ter de fazer mais exames primeiro e depois veremos.” O vencedor da edição de 2022 do Dauphiné é o 2.º classificado da geral, a 33 segundos de Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step) – que também caiu, sem gravidade.


Créditos da imagem: Bora-hansgrohe Twitter – https://x.com/BORAhansgrohe/status/1798744570207027685/photo/3

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