Primoz Roglic conquistou o segundo Critério du Dauphiné da sua carreira com mais dificuldade do que se previa após uma semana em que em dominou a corrida e os adversários.

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O esloveno cedeu na última subida da derradeira etapa (8ª), este domingo, entre Thônes e o Plateau des Glières, de 152,5 quilómetros, com quase 3800 metros de desnível acumulado e teve de gerir a vantagem ao segundo para manter a camisola amarela, perante a ameaça de Matteo Jorgenson.

No famoso Plateau des Glières (9,4 km a 7,1%), o herói foi o espanhol Carlos Rodriguez, que fez uma subida excecional, bem apoiado pela sua equipa, a Ineos Grenadiers, e em particular, por Laurens de Plus, que dinamitou a corrida, preparando o ataque o seu jovem companheiro e líder, expondo as fragilidades de Roglic.

Rodriguez atacou a cerca de 5 quilómetros do alto e só foi seguido por Jorgenson e Derek Gee, estes dois a fazerem perigar a liderança de Roglic, que rapidamente começou a perder tempo e a tentar encontrar o seu ritmo de subida, com o italiano Giulio Ciccone na roda, para quem a Lidl-Trek trabalhara bastante na fase final da etapa.

Num final de grande suspense, Carlos Rodriguez impôs-se a Matteo Jorgenson, retirando-lhe quatro segundos de bonificação, que não chegariam ao norte-americano da Visma-Lease a Bike para conquistar a amarela a Roglic, que terminou a etapa a 48 segundos do duo da dianteira, segurando a primeira posição da geral por tão-só oito segundos.

Derek Gee (Israel-Premier Tech) cedeu no último quilómetro, mas concluiu em terceiro na tirada e na classificação do Dauphiné, a 15 segundos de Roglic. Remco Evenepoel voltou a não conseguir acompanhar os melhores, mas perdeu menos tempos do que nas duas etapas anteriores, apenas 58 segundos, o que o fez cair mais um lugar na geral, para a 7ª, a 2.15 do adversário da Bora-hansgrohe.

Classificações


Créditos da imagem: Critério do Dauphiné Twitter –  https://x.com/dauphine/status/1799791553592127992/photo/1

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