Henrique Casimiro em entrevista: do pelotão profissional a um novo projeto no ciclismo… [com video] 23 de Dezembro, 2025
Partilha!X O italiano Gianni Bugno, presidente da Associação dos Ciclistas Profissionais (ACP), defendeu a decisão da União Ciclista Internacional (UCI) de proibir os corredores adotar a posição aerodinâmica “super tuck” em descidas, que considera ser “um mau exemplo para os ciclistas sem experiência e para os adeptos”.PUB A opinião do líder dos representantes dos ciclistas profissionais vai em sentido contrário à de alguns destes, que criticaram duramente a decisão da UCI. O britânico Chris Froome reagiu com humor, garantindo que a próxima decisão da UCI será “proibir ficar em pé na bicicleta e esticar os cotovelos”, enquanto o seu compatriota Tom Pidcock disse simplesmente que se trata de uma “estupidez”, e o polaco Michal Kwiatkowski sugeriu que a UCI de dedicasse a resolver os “problemas reais”, como o mau estado das estradas em algumas provas. Gianni Bugno explicou à Agência EFE, “essa regra emana de um comité de segurança e que os profissionais devem ensinar jovens ciclistas ou amantes da bicicleta a andar de bicicleta”. Para Bugno, o “exemplo” dos profissionais pode gerar acidentes pelo efeito de imitação. “Os profissionais sabem adotar na bicicleta posições perigosas que são capazes de manter, mas os jovens inexperientes certamente não, e correm o risco de acidentes gravíssimos”, explicou. O italiano considera que a proibição também deveria abranger os corredores não profissionais, porque têm nos profissionais “um exemplo muitas vezes a imitar”, disse.PUB Este novo regulamento lembra que a posição básica do ciclista é sentar-se na bicicleta com três pontos de apoio: pedais, guiador e selim. Além disso, a UCI também decidiu proibir o uso dos antebraços como ponto de apoio no guiador, “exceto durante as provas contra o tempo [entenda-se contrarelógio]”. Foto Luc Claessen/Getty Images A nova norma, que entrará em vigor a partir de 1 de abril, implicará penalizações diferentes de acordo com o nível da corrida. No Mundial, nos Jogos Olímpicos e no WorldTour masculino, o corredor desclassificado perderá 25 pontos UCI e pagaria uma multa de 1000 francos suíços. Nos Campeonatos Mundiais Sub-21 e Júnior, Campeonatos Continentais, WorldTour Feminino e nas competições das ProSeries masculinas e femininas, o incumprimento resultará na exclusão da corrida, a perda de 15 pontos UCI e uma multa de 500 francos suíços. Para todas as outras provas, incluindo campeonatos nacionais e juvenis, as sanções são a exclusão da corrida, 200 francos suíços e 5 pontos UCI.
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