Ao mesmo tempo que subsistem dúvidas sobre a presença de Jonas Vingegaard no Tour 2024, Tadej Pogacar, que vem de uma demonstração esmagadora de superioridade no Giro, apura a forma (se ainda é possível melhorá-la) num último estágio em altitude, em Isola 2000, nos Alpes franceses.

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Antes de partir para as alturas, o esloveno recebeu o convite de Geraint Thomas e Luke Rowe para participar no podcast dos britânicos, Geraint Thomas Cycling Club (GTCC), na segunda-feira e aflorou diversos assuntos relacionados com a Grande Bloucle.

Começando pela previsão sobre Jonas Vingegaard, que, no fundo, foi uma confirmação do que já afirmara no segundo dia de descanso do Giro. “Penso que Jonas Vingegaard correrá o Tour. Ele retomou rapidamente os treinos com bicicleta depois de sair do hospital. Se se sentir bem outra vez na bicicleta, creio que pode voltar de boa forma. Basta-lhe chegar o peso ideal, mas não acho que isso seja um problema”, declarou o corredor da UAE Emirates.

Primoz Roglic (BORA-hansgrohe) e Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step) são adversários confirmados no Tour. Ambos estão a fazer a derradeira competição antes da prova francesa no Critério do Dauphiné. Pogacar também falou do compatriota e o jovem belga.

“Evenepoel vai estar a voar. Ele estará muito motivado, aliás, como Roglic. “Evenepoel vai voar. Ele também estará muito motivado, assim como Roglic. Parece que eles estarão 100 por cento prontos para o Tour este ano. Evenepoel quererá estar bem especialmente no início. Quanto a Roglic, primeiro observará e depois atacará nos últimos dias”, anteviu Pogacar.

A equipa que Tadej Pogacar levará consigo ao Tour já era conhecido e o esloveno confirmou-a, definindo a sua qualidade com uma expressão curiosa. “Adam Yates será o meu braço direito, enquanto Juan Ayuso e João Almeida serão gregários de de luxo nas etapas de montanha. Marc Soler e Pavel Sivakov também são ótimos trepadores, mas também podem fazer muito em terreno plano. E depois haverá Tim Wellens e Nils Politt, os homens fortes nas planícies. Na verdade, a equipa é um pouco assustadora!”, disparou.

Com adversários talvez um pouco abaixo do seu melhor nível, que estratégia deverá Tadej Pogacar adoptar? Será ofensivo desde o arranque da provam, devido às exigentes primeiras etapas? Pogacar responde: “É um começo difícil, mas ainda não pensei nisso. Fomos muito agressivos em Bilbao no ano passado, mas talvez tenhamos sofrido um efeito-bumerangue. A forma também não era boa. Precisamos repensar o que vamos fazer”, avalia.

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“O primeiro dia serão 210 quilómetros com quatro subidas consecutivas, e no segundo dia temos San Luca, subida do Giro dell’Emilia, e depois o Galibier na quarta etapa”, finaliza.


Créditos da imagem: UAE Emirates Twitter – https://x.com/TeamEmiratesUAE/status/1793337336333287755/photo/2

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