Devido às condições meteorológicas adversas, com vento forte, o contrarrelógio de abertura d’O Gran Camino foi realizado, mas não contou para a classificação geral, determinando apenas o camisola amarela para a segunda etapa, a primeira em linha.

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Embora o percurso de 14,8 km, em torno do farol da Torre de Hércules, manteve-se inalterado, os organizadores decidiram não contabilizar os tempos para a classificação geral, exigindo que os corredores utilizassem a bicicleta normal e não a de contrarrelógio.

A vitória na etapa representou o único desafio deste dia, e apesar do vento, o grande favorito não deixou de vencer. Joshua Tarling, campeão europeu de contrarrelógio, foi o único a ficar abaixo da marca dos 19 minutos, com 18 minutos e 21 segundos.

Puro especialista sem ambições reais de classificação geral, o prodígio britânico da INEOS Grenadiers não perdeu a oportunidade no seu esforço preferido e impôs-se por 42 segundos para a surpresa da jornada, o irlandês Darren Rafferty (EF Education-EasyPost). O neo-profissional, 2º no Giro Next Gen do ano passado, confirmou potencial, ainda que devamos colocar em perspetiva o resultado, dado o ‘contexto’. O espanhol Pablo Castrillo (Equipo Kern Pharma) completa o pódio.

Logicamente, alguns favoritos à vitória final não correram riscos desnecessários, como Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike) que chegou tranquilamente na 45ª posição, com mais 2.26 minutos do que Joshua Tarling.

A corrida deverá recomeçar normalmente na sexta-feira com uma etapa difícil entre Taboada e Chantada… se as condições o permitirem!

Entre os portugueses, Ruben Guerreiro (Movistar), terceiro classificado da prova galega em 2023, foi o melhor, na 20.ª posição, com Rafael Reis (Sabgal-Anicolor) a ficar seis lugares mais abaixo e a ser o melhor representante das equipas nacionais no ‘crono’.

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Créditos da imagem: Twitter Ineos Grenadiers – https://twitter.com/INEOSGrenadiers/status/1760705839109701665/photo/1

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