João Almeida (Deceuninck-QuickStep) faz um balanço “muito positivo” ao seu desempenho no Giro de Itália de 2021, em que terminou no sexto lugar, e diz levar da grande volta italiana uma aprendizagem para o futuro.

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“Faço um balanço muito positivo. Estive bem na terceira semana, sempre com os melhores, e finalizar com um bom contrarrelógio que não me favorecia muito por ser 100% plano. Subi algumas posições e aqui aprendi bastante para o futuro”, declara o corredor português, embora admitindo que “fica aquele sabor amargo” por ter falhado o quinto lugar da geral, por menos de um segundo, para o colombiano Daniel Martínez (Ineos-Grenadiers). “Três semanas de corridas, tantas horas em cima da bicicleta e perde-se um lugar na geral por meio segundo…”

Para Almeida, que ficou a 7.24 minutos do vencedor do Giro, o colombiano Egan Bernal (Ineos), “não foi por mero acaso” que foi quarto classificado em 2020, tendo andado 15 dias na liderança da prova. “Consegui confirmar-me como voltista”, afirma o ciclista de 22 anos, que se tornou o primeiro português a fazer ‘top 10’ no Giro por mais de uma vez.

“Sabia que conseguiria reentrar no “top 10″, após a primeira semana em que se atrasou bastante na classificação, “mas aproximar-me tanto e ganhar tempo a todos estava fora das minhas expectativas”, assume o corredor de A-dos-Francos, Caldas da Rainha.

Os próximos objetivos “poderão ser os Jogos Olímpicos, a preparação depende disso”, podendo ou não correr a Volta a Espanha mediante a participação em Tóquio2020.

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“Não tenho de provar nada a ninguém, só a mim próprio. Estes resultados são pelo meu esforço e sacrifícios. Quis mostrar, também, que sou um grande profissional”, comentou Almeida, questionado sobre a incerteza do seu futuro a partir do final da presente temporada, quando terminar o contrato com a Deceuninck-QuickStep.

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