A Orbea OIZ M Pro TR é uma das bicicletas que a marca espanhola tem no seu catálogo para satisfazer as necessidades dos praticantes de XC mais exigentes.

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Orbea

É um modelo de suspensão total que se distingue por algumas tecnologias desenvolvidas pela Orbea, como é exemplo o quadro OMX Carbon totalmente em carbono e que pesa apenas 2.080 gramas (tamanho M), pelo que referem.

Aliás, da anterior geração para esta, os engenheiros da Orbea conseguiram reduzir em 250 gramas o peso do quadro, muito por culpa da liga de carbono em si e de as escoras serem de apenas 430 mm, algo que se vê bem na imagem acima.

Então, enquanto não “sai” o teste completo (e o vídeo!), aqui ficam os quatro pontos que nos estão a convencer na Orbea OIZ M Pro TR:

1. A estética (saída do MyO)

Esta combinação de azuis parece muito melhor ao vivo do que nas fotos, acredite-se! É o resultado de uma personalização do programa MyO da Orbea e tem este tom mais escuro e com efeitos gráficos na parte da frente do quadro e na ponta das escoras, junto ao eixo.

Ou seja, estas cores não existem diretamente e de origem na oferta da Orbea para esta bicicleta; trata-se de uma personalização da OIZ M Pro TR que a marca nos enviou de propósito para a nossa review. E uma das que cada comprador pode fazer de cada bike inserida no programa em causa.

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2. Espigão telescópico

Podemos alterar o modelo e o diâmetro através do sistema de seleção de componentes no site da marca, mas este é um elemento que vem de série na Orbea OIZ, o que deverá agradar a uma boa parte dos praticantes de XC.

É um OC2 Carbon com controlo à distância no guiador que até à data tem funcionado perfeitamente.

3. As rodas DT Swiss XR-1650

Uma boa relação entre desempenho, leveza e preço, no fundo. Na prática, contribuem para que toda a bike transmita boas sensações de aceleração nos trilhos técnicos, especialmente a subir.

A rolar e a descer, pelo menos até agora, apresentam-se robustas e rígidas o suficiente para enfrentar caminhos de BTT de todos os tipos. Atenção, contudo: há mais leves, claro. A DT Swiss indica 1.710 gramas no total das duas.

4. O SquidLock (e ambas as suspensões)

Alertamos para o facto deste sistema nada ter a ver com a mais famosa série da Netflix hoje em dia, a Squid Game! É sim o sistema de bloqueio das suspensões (as duas ao mesmo tempo) que vem de série na Orbea OIZ.

Na posição que está na imagem, todo o amortecimento está trancado; na posição intermédia há apenas uma percentagem de bloqueio, o que é bastante bom para trilhos técnicos a subir em que precisamos que as suspensões “bombeiem” menos e ainda assim consigam ajudar na transposição de obstáculos.

Na posição mais à frente, o amortecimento está totalmente desbloqueado e no máximo do curso de 120 mm tanto à frente como atrás. Para descer e saltar, basicamente.

As suspensões estão a mostrar um excelente desempenho. Ainda não fizemos qualquer ajuste, estamos a usá-las conforme vieram de fábrica, e a verdade é que nos parecem bem assim, com uma leitura uniforme do que existe no chão e sem ruídos.

O amortecedor é um Fox DPS Factory 120 mm perfeitamente integrado no sistema de suspensão total da bicicleta, ao passo que à frente está uma Fox 34 Float SC Factory 120 FIT4. Ambas com revestimento Kashima.

Review completa e vídeo em breve!

Estamos a completar os nossos testes com a Orbea OIZ M Pro TR e trazemos-te em breve um belo vídeo e a review completa, como é habitual. Fica atento!

Mais info:

Vídeo oficial da gama Orbea OIZ:

NEW ORBEA OIZ. AIM FOR THE TOP

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Jorge Lopes
Com mais de quinze anos de experiência na criação e edição de conteúdos em diversas áreas, é viciado em desporto e, naturalmente, em bikes. Mas raramente está em forma! Um dos mentores do projeto GoRide.

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