O campeonato E-EDR está cada vez mais competitivo e é o local ideal para os fabricantes levarem ao limite as últimas tendências e inovações. Agora, a dupla da Orbea composta por Florencia Espiñeira e Edgar Carballo, juntamente com a Bosch, revela alguns segredos para o sucesso da Orbea Wild…
Florencia Espiñeira venceu este ano pela segunda vez consecutiva a classificação geral do E-EDR, no qual, além do enorme esforço e de uma condição física invejável, a sua “máquina”, a Orbea Wild, também esteve à altura do desafio…


Este ano foi incorporado na bicicleta o novo motor Bosch, o CX Race, “o único motor a ser desenvolvido especificamente para a competição”, dizem em comunicado. E que se caracteriza principalmente pela sua leveza.
Isto, aliado às alterações e melhorias introduzidas pela Orbea Fox Enduro Team, fizeram desta bicicleta uma vencedora: geometria revista, rodas de 29″ em ambos os eixos, tecnologia de espigão telescópico Steep and Deep e, claro, o novo (e leve!) motor CX Race da Bosch.


A parceria entre a Orbea e a Bosch desenrolou-se aqui muito proximamente, papel esse também desempenhado por Edgar Carballo, atleta que compete no E-EDR. “Os testes feitos até à exaustão e no limite do que os componentes aguentam é fulcral para o desenvolvimento do projeto”, comentou Christoph Schumacher, Product Manager da Bosch.


Christoph Schumacher acompanha de perto as competições e os dois atletas da Orbea Fox Enduro Team, porque, e como o próprio afirma, a competição “é o laboratório ideal para se testar e melhorar um produto”, explica.

Carballo elogia a nova geometria da bicicleta e o desempenho do motor nas subidas mais íngremes derivado ao impulso do CX Race. Por outro lado, e devido à sua estatura, Florencia Espiñeira refere que um dos pontos cruciais é a tecnologia Steep and Deep, que lhe permite mais liberdade de movimentos em trilhos mais técnicos.
Mais info:
Imagens: Orbea // Orbea FOX Enduro Team // Bosch




