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Antigo corredor espanhol reflete sobre os possíveis motivos e o contexto desta decisão... Simon Yates anunciou esta semana, de forma inesperada, o fim da sua carreira no ciclismo profissional, aos 33 anos. A decisão do britânico, uma das figuras mais consistentes das grandes Voltas na última década, causou forte impacto no pelotão internacional e entre os adeptos, marcando o encerramento de um percurso feito de grandes conquistas, momentos de adversidade e uma notável longevidade ao mais alto nível.PUB A retirada de Yates foi tema de análise no Eurosport, com Alberto Contador, antigo vencedor das três grandes Voltas e atual comentador da estação, a oferecer uma reflexão aprofundada sobre os possíveis motivos e o contexto desta decisão. “Uma grande surpresa, Simon Yates a anunciar que se retira do ciclismo profissional com apenas 33 anos”, começou por afirmar o espanhol, sublinhando o caráter inesperado do anúncio, sobretudo nesta fase da temporada. Ainda assim, Contador relativizou o fator idade, apontando para a complexidade das decisões pessoais no ciclismo de alto rendimento. “É verdade que é complicado, todos temos as nossas próprias opiniões. Surpreendente, por causa da data em que foi anunciado, mas não pelo facto de ele se estar a reformar”, acrescentou. Para contextualizar a despedida, Contador fez questão de recordar o vasto palmarés do ciclista britânico. “Ganhou a Vuelta a Espanha, ganhou o Giro de Itália…”, enumerou, destacando em particular o simbolismo da vitória na prova italiana. “O Giro oito anos depois de o ter perdido no Colle delle Finestre, que foi precisamente onde o venceu em 2025”, explicou, sublinhando a capacidade de resiliência e superação demonstrada por Yates ao longo da carreira. Para além dos triunfos nas classificações gerais, o antigo ciclista espanhol destacou a regularidade competitiva do britânico em diferentes contextos. “Ganhou também várias etapas no Tour, várias na Vuelta e no Giro”, recordou, defendendo que, do ponto de vista desportivo, Yates alcançou “praticamente todos os seus objetivos”. Para Contador, este é um aspeto-chave para compreender a decisão: muitos corredores optam por terminar a carreira quando sentem que já não existem grandes metas por atingir. Outro elemento sublinhado foi o desgaste acumulado ao longo de anos de exigência máxima. “São muitos anos no topo, e ele tem a vida muito bem encaminhada para o futuro”, afirmou, referindo-se à estabilidade pessoal e profissional construída por Yates. Nesse sentido, lembrou o nível de sacrifício permanente exigido pelo ciclismo profissional. “É preciso também ter em mente que o ciclismo é um desporto que exige muito sacrifício. 24 horas por dia, 365 dias por ano, é preciso ter consciência de que se é um ciclista profissional”, explicou. Um exemplo claro dessa realidade foi partilhado pelo próprio Yates em julho, no início do Tour de França, em declarações ao CyclingUpToDate. O britânico revelou que teve apenas alguns dias para descansar e celebrar antes de viajar para um estágio da equipa em Tignes, já com vista à preparação para o Tour. Um episódio que ilustra bem a cultura de exigência da Visma e o papel de Yates na estrutura, mesmo após conquistar a maior vitória da sua carreira.PUB Por fim, Contador destacou um fator que, segundo a sua experiência, ganha peso com o avançar da idade: o risco. “Outro fator muito importante, que se sente mais à medida que se envelhece, é que é um desporto de alto risco. Há muitas quedas e isso às vezes faz-nos duvidar”, afirmou. As quedas, lesões e a exposição constante ao perigo fazem parte do quotidiano do pelotão e podem ser determinantes na decisão de colocar um ponto final numa carreira profissional. Crédito da imagem: Visma-Lease a Bike/X
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