Tom Pidcock (Pinarello Q36.5) foi o grande protagonista da 13ª etapa do Tour de França, na sexta-feira, apesar da vitória ter pertencido ao suíço Mauro Schmid (Jayco AlUla). O ciclista britânico integrou a fuga do dia na ligação entre Dole e Belfort, terminou em terceiro e recuperou mais de sete minutos para o pelotão dos favoritos, saltando para o quarto lugar da classificação geral.

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A prestação valeu-lhe o prémio de combatividade da etapa e, no final, o líder da Pinarello Q36.5 fez um balanço positivo, ainda que com um misto de emoções entre a satisfação pela subida na geral e a frustração por ter falhado a vitória.

“Sim, é certo que há muitos pontos positivos a reter, mas também estávamos aqui para tentar ganhar a etapa. Não aconteceu hoje, estivemos muito perto, mas não foi suficiente”, começou por afirmar Pidcock.

Apesar de não ter conseguido o triunfo, o britânico elogiou o trabalho da sua equipa. “Mesmo assim, é tão bom correr desta maneira. Como equipa, fizemos um trabalho incrível, estou mesmo muito orgulhoso dos rapazes. Trabalharam arduamente e tentei agradecer-lhes oferecendo-lhes a vitória. Não resultou para a vitória, mas recuperamos muito tempo na classificação geral. Portanto, como disse, há aspetos positivos e uma ponta de desilusão”, analisou.

Agora na quarta posição da geral, Pidcock mantém os pés na terra, mas promete continuar a lutar. “Sei que vou perder bastante tempo no contrarrelógio, é uma certeza, mas não importa: vou simplesmente continuar a fazer o que tenho feito. Penso que hoje ganhámos claramente o respeito de todos, vendo como tiveram de andar no máximo atrás de nós para nos apanhar. Vamos continuar neste ritmo e correr da mesma forma. Os próximos dias serão decisivos para a classificação geral e vamos abordá-los lançando todas as nossas forças na batalha”, concluiu.