Henrique Casimiro em entrevista: do pelotão profissional a um novo projeto no ciclismo… [com video] 23 de Dezembro, 2025
Partilha!X Apesar de concordar em não aumentar em demasia o número de modalidades nos Jogos Olímpicos, o presidente da UCI, David Lappartient, vê como viável reforçar a presença do ciclismo. David Lappartient tem operado algumas mudanças no ciclismo desde que chegou à presidência da UCI em 2017. Nem todas pacíficas – o sistema de ranking por pontos é o exemplo máximo -, mas algumas mais consensuais. Agora quer tentar colocar mais vertentes nos Jogos Olímpicos, depois de nos últimos o BMX Freestyle ter sido uma estreia.PUB “Quanto mais [disciplinas] tivermos, melhor para o nosso desporto”, afirmou Lappartient ao Inside the Games, citado pelo VeloNews. O presidente da UCI gostaria que o XCC, o contrarrelógio por equipas misto (estrada) – modalidade que é aposta nos Mundiais desde 2019 – e o BMX Flatland fizessem parte do programa olímpico. Porém, admite que o principal objetivo é manter as cinco modalidades, antes de pensar em ampliar. Foto: Romina Amato/Red Bull Content Pool E explica porquê: “Estou de acordo com o presidente [do Comité Olímpico Internacional], Thomas Bach, em assegurar que os Jogos não estejam sempre a ficar maiores porque depois há muitas críticas e é difícil encontrar organizadores. O orçamento aumenta. Temos de ser razoáveis”, salientou Lappartient. Foto: Facebook UCI Para o presidente da UCI, ser razoável poderá passar por tentar primeiro colocar o XCC e o contrarrelógio misto como modalidades olímpicas. “Estas disciplinas não precisam de quotas extras”, referiu. Isto é, não seria necessário o apuramento de mais atletas, que influenciaria o alojamento e o transporte. Foto: Bartek Wolinski/Red Bull Content PoolPUB Ou seja, com o XCO como modalidade olímpica, eventualmente estes corredores poderiam participar também na corrida de XCC. No contrarrelógio misto, seriam os ciclistas de estrada a ter mais uma prova para procurar uma medalha nos Jogos. David Lappartient vai mais longe, pois gostaria que, um dia, o ciclismo virtual fosse uma vertente olímpica, Mas é algo a pensar mais tarde. Aliás, com o ciclo olímpico para Paris2024 a decorrer, mesmo as vertentes consideradas como as mais viáveis, o XCC e o contrarrelógio misto, só deverão ser hipótese quanto muito em Los Angeles2028. Também vais querer ler… Porquê subir ao Etna para descer de bicicleta? Richard Gasperotti responde [com vídeo] Fotografia principal: Bartek Wolinski/Red Bull Content PoolPUB
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