Henrique Casimiro em entrevista: do pelotão profissional a um novo projeto no ciclismo… [com video] 23 de Dezembro, 2025
Partilha!X “Adoro estar na zona 2 durante 5 a 6 horas. Fazer um circuito longo, manter a potência alta, chegar a casa cansado, mas satisfeito. Passa-se o dia a pedalar rápido" Tadej Pogacar, amplamente considerado o melhor ciclista da atualidade e uma referência da sua geração, voltou a abrir a janela para os bastidores da sua preparação. O campeão do mundo explicou, em entrevistas recentes, quais os treinos que considera mais desafiantes e o que o continua a motivar numa carreira já marcada por conquistas históricas.PUB Em declarações ao podcast Fuglsang i Feltet, do meio dinamarquês Feltet, Pogacar admitiu que não aprecia sessões de treino com múltimos sprints curtos. “Não gosto de fazer muita coisa explosiva. Quando o treinador coloca apenas rolar e dez sprints no início e dez no final, esse é o pior treino”, confessou o esloveno, sublinhando, no entanto, que cumpre tudo o que é necessário para manter o rendimento no máximo. Apesar do currículo impressionante, Pogacar afirmou que a sua principal motivação não são os resultados, mas a constante procura de evolução. Em entrevista a um veículo italiano, reforçou essa ideia: “Há uma coisa que me motiva mais do que qualquer outra: ver até onde me consigo superar para melhorar. Treinos, corridas, tudo. Encontrar novas formas de avançar e manter-me no topo. Em resumo, ser a melhor versão de mim próprio.” Os treinos de inverno também já não são sinónimo de menor intensidade no ciclismo de elite. O companheiro de equipa Nils Politt revelou, no podcast Ulle and Rick, que as sessões da UAE Emirates podem atingir valores idênticos aos registados em clássicas como a Volta a Flandres. “Lembro-me de um treino no ano passado em que os números eram exatamente os mesmos da Flandres, onde terminei em terceiro. E isso foi apenas treino”, afirmou o alemão. Ainda assim, Pogacar prefere um estilo mais contínuo e menos agressivo quando treina no inverno. “Adoro estar na zona 2 durante 5 a 6 horas, sobretudo quando estou sozinho. Fazer um circuito longo, manter a potência alta, chegar a casa cansado, mas satisfeito. Passa-se o dia a pedalar rápido e sente-se muito bem por isso”, explicou. Para as clássicas faz o seguinte: “Zona 2 durante 2-3 horas, 1-1.5 atrás da moto, seguido de um esforço violento na hora final”. Este tipo de sessões prolongadas é essencial para preparar monumentos com mais de seis horas de duração e, sobretudo, para edificar a capacidade de recuperação exigida nas grandes Voltas. Para ciclistas focados na classificação geral, como Pogacar, estes treinos de resistência são fundamentais para suportar o ritmo elevado das etapas consecutivas.PUB Crédito da imagem: UAE Team Emirates/X
| Destaque Tour Down Under: Samuel Watson vence prólogo O português Ivo Oliveira (UAE Emirates) terminou na 17.ª posição, a nove segundos do vencedor e primeiro líder da prova australiana. Há 16 horas
Estrada ‘Ele sprinta comigo só para me picar’ Dylan Groenewegen encontra nova motivação com Marcel Kittel na Unibet Rose Rockets. Há 16 horas
| Destaque O segredo da UAE Emirates é o controlo motor O fisioterapeuta e osteopata da equipa Emirates descobriu que é o cérebro que provoca desequilíbrio na pedalada e tratou de o 'ensinar'. Há 22 horas
Eventos Gravel Meeting 2026: Edição One é em Outubro na Lamarosa O Gravel Meeting – Edição One foi oficialmente anunciado para os dias 3 e 4 de outubro, com centro operacional em São José ... Há 24 horas
| Destaque Troféu Internacional Artur Lopes foi para os campeões olímpicos Iúri Leitão e Rui Oliveira Iúri Leitão e Rui Oliveira marcaram o regresso às competições em conjunto com um domínio claro no Troféu Internacional Artur Lopes, disputado no ... Há 2 dias
Henrique Casimiro em entrevista: do pelotão profissional a um novo projeto no ciclismo… [com video] 23 de Dezembro, 2025