Fabio Jakobsen (Deceuninck-QuickStep) venceu, esta terça-feira, ao sprint, a quarta etapa da Vuelta a Espanha, o primeiro triunfo do neerlandês – que sofreu uma grave queda em 2020 -, numa grande Volta desde 2019. O estónio Rein Taaramae (Intermarché-Wanty-Gobert) a manteve a liderança da classificação geral.

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No final dos 163,9 quilómetros entre Burgo de Osma e Molina de Aragón, Jakobsen gastou 3:43.07 horas, o mesmo tempo do francês Arnaud Démare (Groupama-FDJ) e o dinamarquês Magnus Cort (EF Education-Nippo), segundo e terceiro, respetivamente.

“É um sonho que se tornou realidade. Após a queda, estive muito, muito longe, mas estou feliz por estar aqui, de regresso às vitórias numa Grabde Volta. Muitas pessoas gastaram muito tempo e esforço nisso, e a vitória também é deles. Estou a falar de todos os médicos e cirurgiões e equipa de primeiros socorros na Polónia, até minha segunda família, a Deceuninck, e todos mais. Também é a vitória da minha família, porque é a razão de estar aqui”, disse Jakobsen.

Na geral, Taaramae, apesar de ter caído nos últimos três quilómetros, preserva a camisola vermelha, com 25 segundos de avanço sobre o francês Kenny Elissonde (Trek-Segafredo) e 30 do que o esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma), vencedor das últimas duas edições da Vuelta.

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Esta quarta-feira corre-se a quinta etapa, de 184,4 quilómetros, entre Tarancón e Albacete.

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