A primeira etapa mais “montanhosa” do Giro de Itália ficou marcada pela vitória da fuga e de Davide Bais. E nas mãos deste ciclista da (EOLO-Kometa) estava a Aurum Magma, a principal “arma” de estrada da marca de Alberto Contador e Ivan Basso.
A Magma é a bicicleta da Aurum que mais aponta à performance máxima em qualquer tipo de terreno, diz a marca. Criada a partir da experiência conjunta destes ambos os ex-World Tour, esta bicicleta foi pensada para vencer ao mais alto nível, e Davide Bais provou isso mesmo.
A fuga vingou e Davide Bais venceu a sétima etapa da Volta à Itália, uma tirada extremamente morna onde não houve alterações significativas para a classificação geral pic.twitter.com/GUOX5BNzzx
— Eurosport Portugal (@EurosportTV_Por) May 12, 2023
Focada em ser um “pacote” completo, a Aurum quis que a Magma conseguisse conjugar o conforto para longa distância com a a rigidez necessária para maximizar os watts do atleta. “A versatilidade vai ainda mais longe quando a reactividade necessária para atacar as curvas mais apertadas não afeta o controlo a altas velocidades nas descidas mais rápidas”, dizem.
Rigidez?
Contador e Basso não descuram a eficiência da transformação da força em performance na estrada. Com rigidez acrescida na zona do eixo pedaleiro, a transferência de energia, seja ela a “atacar”, a alta velocidade ou a subir, está assegurada, diz a marca. O headtube e o downtube sofreram também reforço, para que a bicicleta inspirasse confiança em todo o tipo de descidas.
Conforto?
A par da rigidez, os níveis de conforto são também importantes, por isso a Aurum aborda as partes onde este fator é mas impactante (ao nível da geometria e das camadas de carbono). A marca diz que a flexibilidade nos “pontos certos” são cruciais para o conforto em longas distâncias.
Aerodinâmica?
A aerodinâmica na Magma foi orientada para ser funcional e estável de vários ângulos. O melhor compromisso entre leveza e aerodinâmica era o objetivo, fazendo desta bicicleta uma “arma” para todos os terrenos, pelo que a Aurum refere.
Peso?
O peso não é o ponto chave da Magma, mas sim o equilíbrio entre os pilares em que assenta o modelo. A marca afirma, que por vezes o baixo peso pode influenciar a rigidez ou o conforto, o que seria um retrocesso na filosofia da Magma.

A Aurum Magma de Davide Bais é fundamentada com estes quatro pilares, mas abordamos agora os detalhes da bicicleta que o italiano usou no Gran Sasso.

A Magma de Bais equipa com transmissão Sram Red eTap AXS sem fios, rodas Enve SES 3.4 e pneus Vittoria Corsa. A potência é transmitida pelos pedais Keo Blade carbon Ceramic da Look e a posição é auxiliada por um selim Prologo Scratch Nack.

O quadro segue o conceito Experience Carbon Technology (ECT) com passagem de cabos internos, eixo pedaleiro BB386Evo, eixos passantes de 12 mm e travões flat mount, entre muitos outros elementos. Mais informação no site da marca, link abaixo.
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Imagens: site oficial Aurum










