Remco Evenepoel terá uma camisola arco-íris para defender este domingo em Zurique. Coroado campeão mundial de contrarrelógio no ano passado em Stirling, o belga tentará tornar-se o sexto corredor a manter o título mundial na disciplina individual, depois dos australianos Michael Rogers e Rohan Dennis, do suíço Fabian Cancellara, do alemão Tony Martin e do italiano Filippo Ganna.
Um desafio que parece adequado ao prodígio da Soudal Quick-Step, que há poucas semanas voltou a provar a sua superioridade no exercício ao sagrar-se campeão olímpico.
ORDEM DE PARTIDA PARA O CRI
🌈 WORLD CHAMPIONSHIPS | #Zurich2024
⏱️ M E ITT (46.1 km) | Sun, Sep 22
ODDS (the bookies)
⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ Evenepoel
⭐️⭐️⭐️⭐️ Tarling, Ganna
⭐️⭐️⭐️ Küng, Roglic
⭐️⭐️ Affini, McNulty, Sheffield
⭐️ Almeida, Foss, Vine, Campenaerts, N.Oliveira, M.Vacek, Bissegger, Hoole, Wærenskjold pic.twitter.com/obib58i0h2— ammattipyöräily (@ammattipyoraily) September 21, 2024
Durante uma entrevista à RTBF, Evenepoel, que teve dificuldade em reiniciar a máquina depois de um verão preenchido com a sua estreia na Volta a França e os Jogos de Paris-2024, está otimista sobre o seu estado de forma.
“Está tudo bem, sinto-me bem. Foi um pouco difícil recuperar as boas sensações antes da Volta à Grã-Bretanha, mas penso que trabalhei bem em Espanha e encontrei a forma certa na altura certa”, confidencia Remco Evenepoel, que se referiu ao percurso do contrarrelógio, de 46,1 km.
“Convém-me bem. Começa plano, depois há uma parte de cerca de 15 quilómetros que é acidentada e que será talvez a mais importante, antes dos 12 últimos terminais totalmente planos. Na minha cabeça, são três partes numa só. Terei de gerir bem o esforço no início, tentar ganhar tempo na parte ondulada e manter a vantagem até ao final”, afirma o homem que terá como principais rivais Joshua Tarling, Stefan Küng e Filippo Ganna, numa prova em que também competirão os portugueses João Almeida e Nelson Oliveira.
Apesar de já ter dois títulos olímpicos e dois mundiais, Remco Evenepoel quer continuar a revestir-se a ouro… “Sou uma pessoa que vive para as grandes corridas e para as camisolas, por isso é evidente que vou dar tudo este domingo, mas também no domingo seguinte [na corrida de fundo]. A motivação é muito grande para as duas provas”, conclui o corredor de 24 anos.
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