Henrique Casimiro em entrevista: do pelotão profissional a um novo projeto no ciclismo… [com video] 23 de Dezembro, 2025
Partilha!X Primoz Roglic assume-se sem pressão, mas admite ser possível "alcançar algo grandioso". Após a desistência no último Giro de Itália, um duvidoso Primoz Roglic (Red-Bull Bora-Hansgrohe) prepara-se para mais um Tour de França. Ao lado de Florian Lipowitz, o esloveno tentará subir ao pódio em Paris, tendo aparentemente percebido que vencer é agora impossível. PUB Em conferência de imprensa, o tetracampeão da Vuelta disse que não está pressionado pelo seu sétimo Tour. Questionado sobre a concorrência, Roglic deu uma resposta desconcertante: “Não preciso de nomear os meus rivais. Obviamente, dada a forma como Tadej Pogacar e Jonas Vingegaard estão a competir, Remco Evenepoel…” E continuou: “Mas também temos tipos fortes na equipa, como Florian Lipowitz, que terminou em terceiro lugar no Dauphiné. Por isso também estamos a apontar para o pódio. Tenho de fazer a minha corrida, focar-me em mim e dar o meu melhor. Talvez ainda possa fazer algo grandioso”. “De qualquer forma, é um privilégio correr com eles, conviver com jovens corredores tão fortes”, acrescentou. Pela minha parte, não me importo muito. Aos 36 anos, quer ganhe ou perca, não vou arriscar mais a minha vida. Porque estou aqui? Estou sempre feliz por poder estar na partida do Tour , por participar na maior prova do ciclismo. Já passei por todo o tipo de problemas, mas o importante é a forma como se lida com estas situações e depois saber aprender com elas. Não se pode saborear as coisas boas sem vivenciar as dificuldades”, afirmou Roglic. “Depois do Giro, tomei antibióticos, trabalhei muito para recuperar e estou aqui. Além disso, não tenho nada a provar a ninguém; acertaremos as contas no final”, revelou Rogla. Questionado também sobre o percurso e, mais especificamente, sobre a primeira semana, o esloveno explicou que quer “sobreviver”… “Sim, provavelmente é melhor sobreviver à primeira semana. É um bom exemplo do que aconteceu no ano passado em França. Por isso, sim, é preciso ir até ao fim”, acautelou-se. PUB Crédito da imagem: LeTour Twitter – https://x.com/LeTour/status/1940870927778304442/photo/1
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