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Partilha!X "Penso que posso dizer, sem problemas, que estou mais forte do que nunca”, declarou o vencedor das edições de 2022 e 2023 do Tour, em conferência de imprensa de entevisão da prova que arranca este sábado. Jonas Vingegaard sente-se “mais forte do que nunca” na véspera da 112.ª Volta a França, assumindo ser um ciclista melhor devido à sua rivalidade com o campeão em título, o esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates).PUB “Penso que posso dizer, sem problemas, que estou mais forte do que nunca”, declarou o campeão das edições de 2022 e 2023 da ‘Grande Boucle’, em conferência de imprensa na sexta-feira. Segundo, atrás de Pogacar, em 2021 e 2024, o dinamarquês de 28 anos concedeu que no ano passado estava “a um grande nível”, mas de uma forma diferente, notando que ganhou massa muscular em relação à última edição. “Estava mais leve, agora estou mais pesado, tenho mais músculo, e sabemos que isso dá potência”, defendeu, aludindo à queda grave que sofreu no ano passado na Volta ao País Basco e que condicionou a sua preparação para o Tour. Vingegaard chega à 112.ª Volta a França, que arranca no sábado, em Lille, com ‘apenas’ uma vitória na temporada, na Volta ao Algarve, e um segundo lugar no Critério do Dauphiné, atrás do líder da UAE Emirates, depois de ter estado afastado da competição desde que caiu no Paris-Nice, em meados de março. “Ter um rival como o Tadej obriga-nos a tirar o melhor de nós mesmos. Sabemos que temos de treinar todos os dias para competir com ele, isso faz de mim um ciclista melhor”, reconheceu, admitindo só ter coisas boas a dizer sobre o seu grande rival. O dinamarquês e o esloveno têm alternado nos dois primeiros lugares do pódio nas últimas quatro edições, com ‘Pogi’ a vencer também a edição de 2020.PUB “Nos últimos anos, ele não teve verdadeiramente fraquezas e, honestamente, se as tivesse, também não as partilharia convosco. São ‘cartas’ que guardamos para nós”, afirmou. Com uma ‘super’ Visma-Lease a Bike a escoltá-lo, com o decisivo Wout van Aert, o vencedor do Giro2025 Simon Yates e os norte-americanos Sepp Kuss, vencedor da Vuelta2023, e Matteo Jorgenson, Vingegaard admitiu ter um plano, mas escusou-se a revelá-lo. “Não temos medo do Tadej, se tivéssemos, mais valia não termos vindo cá, mas respeitamo-lo muito”, completou. Crédito da imagem: Visma Lease a Bike – https://x.com/vismaleaseabike/status/1941144526321766574/photo/2 PUB
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