De visita ao showroom, loja e centro técnico das bicicletas elétricas Beeq! [com vídeos] 24 de Julho, 2024
Partilha!X João Almeida, perdendo efetivamente tempo, não o perdeu para os mais diretos adversários, que não serão Vingegaard e muito menos Pogacar. O que perdeu foi uma boa oportunidade de ganhar tempo a rivais mais plausíveis na geral, como Evenepoel, Roglic, Lipowitz ou Rodriguez. João Almeida não começou bem a sua segunda Volta a França. O português ficou cortado num segundo grupo, devido ao vento lateral, a cerca de 20 quilómetros da meta da primeira etapa, em Lille, e perdeu 39 segundos para 40 corredores que integravam o grupo da frente. PUB Neste minipelotão, que se adiantou por ação da Visma, com Jonas Vingegaard a contribuiu, surpreendendo centena e meia de corredores, mal posicionados e outros também já fatigados por desgaste de um dia em que se rodou a mais de 47 km/h de média durante quase 190 km. João Almeida não estava bem posicionado, mas não, nem pouco ou mais ou menos, o único dos corredores da geral. Destes, os únicos que não facilitaram – porque fizeram por isso e estiveram quase toda a etapa entre os primeiros lugares do pelotão – foram Tadej Pogacar, Jonas Vingegaard, Matteo Jorgenson e Enric Mas. Atrás, cortados, no grupo de João Almeida, entre mais de 60 corredores, Remco Evenepoel, Primoz Roglic, Carlos Rodriguez, Florian Lipowitz… Os irmãos Yates perderam mais de cinco minutos, com Simon, vencedor do Giro, a perder mais de seis, depois de ter dado sinais de debilidade durante mais de metade da etapa, rodando algumas vezes descolado do pelotão. Ainda pior passou Lenny Martinez, que terminou a tirada à frente do carro-vassoura, a mais de 9 minutos do vencedor Jasper Philipsen. Perante isto, João Almeida, perdendo efetivamente tempo, não o perdeu para os mais diretos adversários, que não serão Vingegaard e muito menos Pogacar, mas o português perdeu uma boa oportunidade de ganhar tempo a rivais mais plausíveis na geral, como Evenepoel, Roglic, Lipowitz ou Rodriguez. Tudo isto logo no primeiro dia do Tour e numa etapa para sprinters, que também ficaram reduzidos à expressão mínima na luta pela vitória na etapa. Jasper Philipsen deu seguimento ao trabalho da sua equipa (Alpecin) durante a etapa – foi a formação que mais se esforçou na frente do pelotão, e na fase final com Van der Poel assumir função determinante no lançamento do companheiro – e teve prémio merecido. O belga impôs-se à escassa concorrência e é o primeiro camisola amarela. Veremos até quando… PUB Crédito da imagem: UAE Emirates
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