A 110.ª edição da Volta a Flandres colocou em sobressalto os mais fervorosos adeptos de ciclismo: Tadej Pogacar surgia como o principal candidato à vitória, mas com a ameaça de Mathieu van der Poel…

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E houve emoção: o esloveno da UAE Emirates intensificou o ritmo na cabeça do pelotão bastante cedo, forçou ainda mais no Koppenberg e selecionou por completo a corrida ainda longe, a mais de 50 km da meta.

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Durante vários kms ainda acompanharam Pogacar vários candidatos de topo: van der Poel, Evenepoel, Wout van Aert e até Mads Pedersen.

Mas nos últimos 50 dos 278 quilómetros entre Antuérpia e Oudenaarde, na Bélgica, foram difíceis de acompanhar perante o ritmo imposto por Pogacar.

Pedersen foi o primeiro a ceder, depois van Aert. Evenepoel também não aguentou, mas chegou a estar a mais de meio minuto. A 20 km do final tinha desvantagem de 20 segundos.

Foi Mathieu van der Poel o resistente, indo quando sempre na roda. O neerlandês da Alpecin-Premier Tech, que já venceu a prova por três vezes (2020, 2022 e 2024), parecia perfeitamente preparado para dar forte luta a Pogacar.

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Mas, como sabemos, Pogacar não é deste mundo… A 18 km da meta, já depois de se ter livrado das luvas, Pogacar arrancou… E depressa deixou MvdP para trás, por incrível que pareça.

O neerlandês foi totalmente descarregado por Pogacar, e teve de contentar-se com o segundo lugar. Terá de esperar uma semana por uma eventual vingança, no empedrado de Roubaix, no próximo domingo.

Na prática, Pogacar rebentou toda a a concorrência na terceira passagem pelo circuito final. A 10 km da meta, o esloveno tinha mais de 20 segundos sobre MvdP. No final, a diferença foi de 45 segundos!

Parece tudo fácil para Pogi, vejamos como será com Vingegaard pela frente este ano…

Em terceiro lugar ficou Remco Evenepoel, que resistiu à perseguição de um sempre esforçado Wout van Aert.

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