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Partilha!X Aos 36 anos, o corredor belga fala sobre o fracasso na primeira temporada na AG2R Citroën e explica as razões, renovando a ambição para 2021, mas… com limites. Greg Van Avermaet conquistou mais um pódio no Tour de Flandres em 2021, mas, à exceção deste meritório resultado numa das mais prestigiadas clássicas do calendário do WorldTour, a temporada do veterano belga da AGR2R Citroën foi um fracasso.PUB Nas demais clássicas da primavera, o antigo campeão olímpico (Rio de Janeiro 2016) não esteve muito distante do nível que lhe proporcionou, no passado, vitórias no Paris-Roubaix, E3-Harelbeke, Omloop Het Nieuwsblad e Gent-Wevelgem, entre outras corridas de primeiro plano. No entanto, a segunda metade da época foi ainda pior… Van Avermaet passou quase despercebido no Tour de França, na corrida de fundo dos Jogos Olímpicos de Tóquio limitou-se ao trabalho de equipa no seio da seleção da Bélgica, e não foi selecionado para o Campeonato Mundial. Foram meses difíceis para o corredor de 36 anos na sua primeira temporada na AG2R Citroën, que justifica pelo ano atípico de 2020, afetado pela pandemia, que juntou essa temporada tardia à de 2021. “Creio que esta temporada foi muito mais difícil do que as dos anos anteriores. Foi o meu primeiro ano na nova equipa, e claro, queria estar no meu melhor. No entanto, o programa apertado de corridas no outono passado fez com que tivéssemos uma pré-temporada muito curta, com pouco descanso”, explica Greg Van Avermaet ao jornal belga Het Nieuwsblad.PUB “Este ano, quando a época acabou, não fiz nada durante seis semanas. Nada de bicicleta, nada, a fim de reabilitar completamente o corpo e a mente. Precisei mesmo de desligar física e mentalmente”, acrescentou o belga. Para a nova época, o vencedor do Paris-Roubaix de 2017 renova a ambição, embora reconheça que os seus tempos áureos sejam difíceis de recuperar. “O meu corpo não está acabado. Não posso desaparecer, assim. Não se vai, em três meses, de desempenhos de alto nível no circuito mundial para não conseguir mais acompanhar o ritmo dos melhores. Ambiciono sempre ganhar. Não continuarei como Alejandro Valverde até os 41 anos, mas farei, pelo menos, mais dois anos com a AG2R Citroën. Em primeiro lugar, quero voltar ao meu antigo nível”, conclui Van Avermaet.
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