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Partilha!X Pogacar não crê em facilidades para bater o vencedor das duas últimas edições da Volta a França e refere os outros candidatos, Remco Evenepoel e Primoz Roglic. O novo confronto entre Tadej Pogacar (UAE Emirates) e Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike) estará no centro das atenções no Tour, que arranca no próximo sábado, desde logo com uma Grande Départ dura.PUB Ainda que haja motivos para o dinamarquês não se apresentar a 100% após a grave lesão, Pogacar, em entrevista ao site da sua equipa esta quarta-feira, não crê em facilidades para bater o vencedor das duas últimas edições da prova e relembra a presença em competição de outros candidatos ao pódio, destacando Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step) e Primoz Roglic (BORA-hansgrohe). “Jonas ficou gravemente ferido, mas acho que vai estar bem. Na minha opinião, ele estará preparado e se estiver mentalmente forte, após ter recuperado bem, então é claro que devemos estar preparados para vê-lo ao seu melhor nível. Vi que Remco e Primoz estavam em muito boa forma no Dauphiné, mesmo que para Remco talvez fosse um pouco cedo para estar a 100%. Creio que os três estarão ao mais alto nível no Tour. Mas nunca se sabe o nosso corpo responde, são imprevisíveis, como o meu no ano passado”, afirmou Pogi, que desvaloriza a pressão do super favoritismo. “Toda a gente pensava que eu venceria o Tour todos os anos e não ganhei as últimas duas edições. Há sempre muita pressão no Tour, é a maior corrida do mundo. A cada ano estou mais maduro e aprendo com as minhas experiências e os meus erros. Nunca paramos de evoluir mental e fisicamente e penso que estou num bom momento. Claro, também quero divertir-me mais na bicicleta, quero divertir-me o máximo possível porque um dia isto vai ter de acabar”, referiu. Sobre um eventual encadeamento Giro-Tour-Vuelta no mesmo ano, o esloveno rapidamente negou. “Um dia gostaria de vestir a camisola vermelha, mas posso garantir que fazer Giro-Tour-Vuelta não está na agenda deste ano. Ganhar todos as grandes Voltas é um grande objetivo para mim, mas fazê-lo no mesmo ano talvez seja um meio louco. Acho que depois do Tour o meu objetivo principal será o Mundial. No ano passado terminei em terceiro e adoraria fazer a prova novamente este ano, que será difícil. Mas ter a camisola de arco-íris é um sonho”, concluiu. Créditos da imagem: Twitter UAE Team Emirates / Sprint Agency – https://twitter.com/TeamEmiratesUAE/status/1733428789139361902/photo/2 PUB
Créditos da imagem: Twitter UAE Team Emirates / Sprint Agency – https://twitter.com/TeamEmiratesUAE/status/1733428789139361902/photo/2
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