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Partilha!X Valentin Paret-Peintre, vencedor da etapa do Mont Ventoux no Tour 2025 vê pontos positivos para a equipa belga na saída de Evenepoel. Remco Evenepoel vai vestir as cores da Red Bull–Bora–hansgrohe a partir de 2026. Depois de sete temporadas e 67 vitórias profissionais com a Soudal Quick-Step, o belga prepara um novo capítulo — e, segundo quem fica, isso pode ser uma oportunidade disfarçada de despedida.PUB Valentin Paret-Peintre, companheiro de equipa de Evenepoel em 2025, acredita que a saída deste pode abrir portas a uma renovação interna. O francês, que se juntou à Quick-Step este ano para reforçar o ‘setor’ de montanha, passou boa parte do início da temporada a recuperar de uma fratura no cóccix. Mas regressou em grande: no Tour de França, depois de Evenepoel abandonar exausto na 14ª etapa, Paret-Peintre brilhou dois dias depois com uma vitória épica a solo no lendário Mont Ventoux. “Até me arrepio só de falar nisso”, contou ao La Dernière Heure, durante o critério de pós-temporada em Singapura. Pensando no futuro, o francês vê a saída de Remco como uma virada natural na hierarquia da equipa. “A saída do Remco vai inevitavelmente mudar a dinâmica interna”, disse. “Até agora era normal que ele fosse o líder em quase todas as corridas. Agora, ciclistas como o Ilan Van Wilder, o Mikel Landa e eu vamos ter de assumir mais responsabilidades. No fundo, pode ser algo positivo — uma oportunidade para outros crescerem e encontrarem o seu espaço.” A visão de Paret-Peintre é partilhada por Ilan Van Wilder, que também vê o momento como uma fase de reinvenção. “Alguns ciclistas vão florescer”, disse à HLN. “Espero ser um deles. Vamos voltar às nossas raízes, focando-nos nas nossas forças e no verdadeiro espírito da Alcateia. Mesmo sem o Remco, acredito que continuaremos a ser uma equipa forte — só será um pouco diferente do que temos visto nos últimos anos.” E essa nova energia já se sente nos bastidores. Com nomes experientes como Niki Terpstra, Sep Vanmarcke e Tim Declercq a assumirem papéis de liderança, a Soudal Quick-Step parece pronta para redescobrir o seu ADN de clássicas — aquele estilo agressivo e coletivo que sempre a definiu. A chegada de reforços como Dylan van Baarle e Jasper Stuyven confirma essa mudança de rumo. Para Van Wilder e Paret-Peintre, trata-se de mais do que uma simples reestruturação: é o começo de um novo ciclo, com espaço para novas histórias e novas vitórias.PUB Crédito da imagem: LeTour ASO/X
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