Oier Laskano foi recentemente suspenso pela UCI devido a “anomalias no seu passaporte biológico” e a sua equipa, Red Bull-Bora-Hansgrohe, reagiu de imediato, rescindindo o contrato com o corredor que já não competia desde a Paris-Roubaix, em abril.
No entanto, a decisão não agradou a Lazkano, que quebrou o silêncio e fez questão de proclamar publicamente a sua inocência.
“Nunca usei substâncias dopantes ou métodos proibidos. A minha carreira foi construída com esforço, dedicação, honestidade e trabalho árduo diário.”
O ciclista basco insistiu ainda que “não tinha conhecimento de qualquer comportamento ilícito” e reafirmou a sua confiança num desfecho justo:
“Tenho fé na verdade e na justiça desportiva. Continuarei, com determinação e transparência, a defender o meu nome e a minha dignidade profissional.”
Para sustentar a sua defesa, Lazkano formou uma equipa forense encarregada de analisar e contestar as provas biológicas apresentadas.
O caso permanece em aberto. Caso a suspensão seja confirmada, três das suas vitórias serão anuladas — a Boucles de la Mayenne 2023, o Campeonato Espanhol 2023 e a Clásica Jaén 2024 — sendo os triunfos atribuídos, respetivamente, a Arnaud Démare, Juan Ayuso (UAE Team Emirates XRG) e Bastien Tronchon (Decathlon AG2R La Mondiale).
Crédito da imagem: Instagram/Oier Laskano



