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Telmo Alegre, treinador, bikefitter e fundador da Happy Life Training, fala-nos sobre aquele que pode ser o maior problema na evolução dos ciclistas amadores... O que é “treinar a sério”? E o que define a evolução dos ciclistas amadores? Estas são expressões que todos nós usamos com facilidade, certo?PUB Basta um plano mais estruturado, um medidor de potência ou meia dúzia de treinos intensos por semana e muitos de nós sentem que deram o “salto”. Mas, na realidade, é muitas vezes nesta “sensação” que tudo começa a correr mal. Em nova conversa com Telmo Alegre, o treinador, bikefitter e fundador da Happy Life Training revela-nos qual é o erro mais comum que vê em ciclistas amadores que decidem levar o treino mais a sério. A resposta foi clara: esse erro, por assim dizer, é a comparação com atletas de topo. O principal erro é compararem-se com atletas de topo e acharem que conseguem treinar com as mesmas rotinas e intensidades. À primeira vista, parece uma observação óbvia. Na prática, esta ideia continua a ser ignorada, com consequências bem conhecidas como frustração, estagnação e, em muitos casos, lesão, diz Telmo. A ilusão do ‘se eles fazem, eu também faço’… Vivemos numa era em que os dados estão acessíveis a todos. Planos de treino de profissionais, valores de potência, sessões publicadas no Strava, vídeos de bastidores de equipas WorldTour… Para o ciclista amador motivado, isto cria uma ilusão perigosa: a ideia de que basta copiar esses procedimentos. O problema é que essa comparação é, nas palavras de Telmo, “completamente descabida”.PUB Mesmo quando não falamos de profissionais, mas sim de amadores de topo, talvez atletas que andam consistentemente no top 5 nacional ou até internacional, a distância continua a ser enorme. Não apenas em termos de carga de treino, mas sobretudo de historial desportivo, capacidade de recuperação, estrutura de apoio e tempo disponível. Ignorar isto é treinar às cegas, como refere Telmo. Treinar a sério começa antes de subir para a bicicleta Um dos pontos que Telmo reforça de forma consistente nas suas intervenções é a importância da avaliação inicial. Não como luxo, mas como base mínima de trabalho. Antes de mais, devem fazer uma avaliação física através de testes de lactato, VO2max, para avaliar a sua condição e capacidade física. Aqui há um desconforto evidente para muitos amadores, a ideia de que o treino sério começa fora da bicicleta. Testar significa confrontar números reais, abandonar suposições e aceitar limitações. Mas é precisamente esse passo que permite evoluir de forma sustentada.PUB Sem valores individualizados, falar de zonas, intensidades ou cargas semanais é pouco mais do que adivinhação. Intensidade sem critério não é ambição, é erro Outro padrão recorrente nos amadores é o excesso de intensidade. Treinos sempre “fortes”, sempre no limite, sempre a tentar bater o último registo. Para Telmo, isto não é sinal de compromisso, é sinal de falta de estrutura. Treinar a sério não é treinar mais duro. É treinar melhor. Com dados corretos e zonas bem definidas, o treino passa a ter intenção: dias fáceis são realmente fáceis, dias duros têm propósito e a progressão deixa de ser um acaso. É aqui que muitos falham, porque preferem a sensação imediata de esforço à paciência do processo. Evoluir de forma segura e equilibrada ainda é subvalorizado Há uma ideia instalada de que falar em segurança e equilíbrio é conversa para iniciantes. Nada mais errado. Os atletas que chegam longe são, regra geral, os que conseguem treinar de forma consistente ao longo dos anos, e isso só acontece quando o corpo é respeitado. A frustração que Telmo observa em muitos ciclistas surge precisamente do desalinhamento entre expetativas e realidade. Querem resultados rápidos, com métodos que não lhes pertencem, e acabam por abandonar ou andar em círculos. Treinar a sério exige maturidade A mensagem final é simples, mas desconfortável: treinar a sério exige maturidade, garante Telmo Alegre. “Exige aceitar que o teu ponto de partida não é o de outro atleta. Exige investir em avaliação, orientação e tempo. E exige parar de confundir inspiração com imitação”. Mais informações: www.happylifetraining.com Crédito das imagens: Unsplash.com PUB
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