Henrique Casimiro em entrevista: do pelotão profissional a um novo projeto no ciclismo… [com video] 23 de Dezembro, 2025
Partilha!X A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) aprovou os regulamentos que vão enquadrar a atividade desportiva em 2021. As principais alterações referem-se às camadas jovens, “criando-se condições para o início de atividade e para a progressão desportiva dos praticantes”, informa a FPC em comunicado.PUB Na estrada, destaca-se a criação da categoria Sub-23 J, que permite aos atletas de primeiro ano deste escalão a competição, durante mais uma época, juntamente com os juniores. Fábio Costa (Kelly Oliveirense), campeão nacional de Sub-23 em 2020 – Photo João Fonseca Photographer O objetivo com esta nova categoria é “mitigar os efeitos negativos da época de 2020, que não permitiu aos juniores terem os dias de competição necessários para que todos pudessem evoluir de molde a enquadrar-se, de imediato, na categoria sub-23”, pode ler-se naquele documento da FPC. Apesar de competirem juntamente com os juniores, os Sub-23 J não poderão correr os Campeonatos Nacionais e a Volta a Portugal Júnior, além de não pontuarem para a Taça de Portugal de Juniores. Este ano, a vertente de estrada acolherá, ainda, a a primeira edição do Troféu Ribeiro da Silva, “competição de regularidade que funciona como Taça de Esperanças, juntando juniores e sub-23 no mesmo pelotão”, explica a federação. Novidades no downhill As principais modificações regulamentares no BTT estão relacionadas com a maior abertura para a entrada de jovens praticantes na disciplina de downhill (DHI). Será permitida a participação, na categoria open, de praticantes com 15 ou mais anos e prevê-se ainda a realização de eventos de iniciação do DHI para praticantes da categoria de iniciados.PUB Nas Escolas, foi criada a possibilidade de, a nível regional, realizarem-se Provas Abertas de Iniciação, uma forma de jovens não filiados poderem experimentar a participação em provas de ciclismo da sua categoria etária, mediante a subscrição de um seguro diário. Rui Costa sagrou-se campeão nacional em 2020, superiorizando-se a Daniel Mestre e Francisco Campos, ambos do W52-FC Porto) – Photo João Fonseca Photographer Novas regras para títulos de campeão Uma alteração com efeitos transversais a todas as vertentes e disciplinas, diz respeito às normas de atribuição dos títulos de campeão nacional. Nas categorias etárias UCI – de juniores até elite – será necessária a participação mínima de três ciclistas no setor feminino, e de cinco no setor masculino, para a atribuição de títulos de campeão. Nas restantes categorias etárias e no paraciclismo não há mínimo de participantes para atribuição de título. www.fpciclismoPUB
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