Segundo o fabricante, a decisão de dividir a gama em três famílias de modelos não nasce de uma tendência de mercado, mas de um processo de engenharia e validação em competição. Isto porque as rodas Ursus Arya e Proxima já foram usadas pela equipa Picnic-PostNL no WorldTour, incluindo na última edição da Volta a França.

PUB

Ao mesmo tempo, a Ursus evita cair na lógica de criar uma “roda para tudo”. Em vez disso, separa modelos para “desempenho, versatilidade e fiabilidade”, mantendo uma base técnica comum entre estrada, gravel e BTT, dizem.

Arya e a competição

As rodas Ursus Arya ocupam o topo da gama. Foram desenhada para competição, onde cada watt conta… Por isso, a Ursus aposta aqui em estruturas de carbono “muito reativas, capazes de lidar com sprints, mudanças de ritmo e altas velocidades”, explica a marca.

Além disso, os perfis de 35 e 50 mm permitem ajustar a roda ao tipo de percurso: em etapas rápidas, o perfil mais alto pode oferecer vantagem aerodinâmica; em percursos mais montanhosos, a versão de 35 mm “privilegia controlo e peso”.

Esta plataforma já passou pelo WorldTour. A Team Picnic-PostNL usou as rodas Ursus Arya no último Tour de France, incluindo numa vitória de etapa.

Proxima, mais versátil?

A roda Proxima parte da mesma base técnica da versão de equipa, mas adapta-se a uma utilização mais ampla. A construção em carbono UD e os perfis de 35 ou 50 mm prometem eficiência.

PUB

Na versão gravel, a Ursus ajustou neste modelo os layups “para filtrar mais vibrações”, dizem. E o modelo Proxima Team promete levar esta lógica mais longe: usa aros hookless mais leves, nipples em alumínio e raios de alta tensão.

Pura, para utilização diária

A Pura foi desenhada para quem treina muito e quer fiabilidade, diz a Ursus. Estas rodas não tentam ser as mais leves ou as mais aerodinâmicas; em vez disso, prometem consistência e robustez.

Os cubos como base técnica

Toda a nova gama assenta em cubos desenvolvidos e fabricados em Itália. A Ursus utiliza corpos em alumínio e rolamentos de elevada qualidade, isto segundo a marca. Além disso, os sistemas de engate foram pensados para trabalhar em ambientes com lama, pó e água.

Nos modelos de BTT, a marca reforçou a resistência estrutural. Ainda assim, a suavidade de rotação mantém-se, dizem. Isto é relevante porque muitos problemas de fiabilidade começam precisamente nos cubos.


Mais informações:
ursus.it
Crédito das imagens:
Ursus
PUB

Também vais gostar destes!