Javier Romo é o mais recente reforço da Netcompany-Ineos, tendo assinado um vínculo válido por duas temporadas, com início em 2027. O ciclista espanhol de 27 anos desvinculou-se precocemente da Movistar, formação com a qual tinha contrato até ao final de 2028.

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No domingo, a Movistar já havia confirmado publicamente a rescisão por mútuo acordo: “A Movistar Team e Javier Romo seguem caminhos separados após chegarem a um acordo mútuo para rescindir o contrato”, informou a formação espanhola, deixando uma mensagem de agradecimento pelo empenho do corredor e votos de sucesso para o futuro.

O ciclista espanhol não escondeu o entusiasmo com a nova etapa: “Estou muito entusiasmado por ingressar na Netcompany-Ineos e começar este novo capítulo na minha carreira. Agradeço a confiança que a equipa depositou em mim e estou determinado a aproveitar ao máximo esta oportunidade. Estou pronto para trabalhar no duro, dar tudo o que tenho e cumprir o meu papel para ajudar a equipa a alcançar os seus objetivos. Mal posso esperar para começar.”

Com esta contratação, Romo torna-se o oitavo reforço confirmado pela Ineos para a época de 2027. Junta-se a Joe Blackmore, Clément Champoussin, James Shaw, Riley Sheehan, Harold Tejada e aos compatriotas Markel Beloki e Benjamín Noval.

O percurso de Javier Romo na Movistar durou três temporadas, após ter chegado da Astana antes da época de 2024. No seu primeiro ano na estrutura espanhola, destacou-se nas montanhas com o nono lugar na Volta à Comunidade Valenciana, o quarto posto no GP Indústria & Artigianato e a 23.ª posição na sua estreia no Tour de França.

O momento de maior afirmação deu-se em 2025, durante o Tour Down Under, onde venceu isolado a terceira etapa, assumiu a liderança da prova e terminou no segundo posto da classificação geral. Nessa mesma temporada, alcançou o quarto lugar na Cadel Evans Great Ocean Road Race, o décimo lugar na Volta à Romandia e subiu por duas vezes ao pódio em etapas da Vuelta a Espanha.

Já no decurso de 2026, Romo fechou Volta ao País Basco no sétimo lugar da geral e a Tirreno-Adriático na 12.ª posição. No que toca às grandes voltas, acabou por abandonar no Giro de Itália e concluiu o Tour de França no 54.º lugar.