Henrique Casimiro em entrevista: do pelotão profissional a um novo projeto no ciclismo… [com video] 23 de Dezembro, 2025
Partilha!X Bernal recorda que ponderou a Movistar em 2018, mas decidiu-se pela Sky, antecessora da INEOS. O colombiano sentiu-se tentado pela equipa espanhola, devido identificação da língua, o castelhano, e a presença do compatriota Nairo Quintana. Egan Bernal revelou que esteve para ingressar na Movistar em 2018, mas decidiu-se pela Team Sky, antecessora da INEOS Grenadiers. O colombiano admite ter-se sentido tentado a juntar-se ao compatriota Nairo Quintana na formação espanhola, onde este preparava-se para cumprir já a sétima temporada consecutiva e figurava como um corredor consagrado, vencedor da Volta a Itália (2014), a Espanha (2016) e dois segundos lugares no Tour (2013 e 2015), entre outras conquistas de prestígio.PUB Bernal, que venceu a Volta a França no seu segundo ano na Sky (2019), admitiu que a Movistar foi uma opção que chegou a ponderou “seriamente”, principalmente pela “partilha da língua” (o castelhano) e por Nairo Quintana, figura emblemática do ciclismo colombiano. No entanto, apesar das dúvidas iniciais, Bernal escolheu a poderosa equipa britânica, considerada a mais forte do pelotão internacional. “A certa altura, quase decidi pela Movistar por causa da língua e pensei que me podia sentir-me mais perto de casa. Na altura, o Nairo [Quintana] estava nessa equipa. Em contrapartida, a Sky parecia muito desumana, mas queria ir para lá, fascinava-me, mas ao mesmo tempo tinha receio do que encontraria e de não me adaptar”, confessou Bernal, vencedor do Giro em 2021, numa entrevista ao podcast ‘Táchalo’, da Colômbia. Bernal sublinhou que optou pela Sky porque era a sua “equipa de sonho e tinha o desejo de competir ao lado de outro grande ciclista”, Chris Froome. Apesar das dúvidas iniciais sobre o aspeto e a dinâmica da equipa britânica, Bernal garantiu que “foi a melhor decisão que poderia ter tomado na carreira”. O colombiano correu o Tour e a Vuelta em 2023, as primeiras grandes voltas em que participa desde o acidente que sofreu no início de 2022. Apesar de ainda estar distante do nível que lhe permitiu tornar-se um dos melhores ciclistas da sua geração, a sua presença nas competições continua a ser uma fonte de admiração e expetativa para os seus fãs e amantes do ciclismo em todo o mundo. Imagem INEOS GrenadiersPUB
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