Iúri Leitão voltou a fazer história e a arrepiar quem gosta de ciclismo. Em Konya, na Turquia, o português sagrou-se campeão da Europa de omnium e conquistou não só o seu sexto título continental em pista, mas também o primeiro ouro europeu de sempre de Portugal numa disciplina olímpica. Um momento gigante. 

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À entrada para a última prova, tudo estava em aberto. Leitão era segundo, a pressão era enorme, mas na corrida por pontos mostrou frieza, classe e raça. Correu como quem sabe que aquele dia era seu. Somou 140 pontos e subiu ao lugar mais alto do pódio, deixando para trás o neerlandês Yanne Dorenbos (131) e o alemão Roger Kluge (126). 

Aos 27 anos, o vianense confirma-se como um dos grandes nomes da pista europeia. Já lá vão quatro títulos continentais de scratch (2020, 2022, 2024 e 2025), o ouro na corrida por pontos em 2025, a prata olímpica em Paris2024 e o título mundial em 2023. Agora, junta-lhes o ouro europeu no omnium — uma conquista que pesa, que marca e que fica. 

Mais do que uma medalha, foi uma afirmação. De talento, de trabalho e de um atleta que continua a empurrar o ciclismo português para patamares onde nunca tinha estado. 


Crédito das imagens: direitos reservados

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