Henrique Casimiro em entrevista: do pelotão profissional a um novo projeto no ciclismo… [com video] 23 de Dezembro, 2025
Partilha!X Analista reflete sobre o anúncio-surpresa de Simon Yates. A reforma inesperada de Simon Yates continua a dar que falar, e há quem ache que a história não é assim tão simples. Embora a Visma | Lease a Bike tenha confirmado a decisão do britânico a 7 de janeiro — sublinhando que ele encerra a carreira após uma última época de sucesso, com vitória no Giro d’Italia e uma etapa no Tour de France —, nem todos estão totalmente convencidos.PUB O próprio Yates garante que já pensava em pendurar a bicicleta “há muito tempo” e que apenas sentiu que este era o momento certo. Ainda assim, o analista dinamarquês Emil Axelgaard acredita que a forma e, sobretudo, o timing da decisão levantam algumas dúvidas. Na sua coluna para a TV2, Axelgaard afirma que a saída coloca a Visma numa situação complicada. “A decisão deixa a equipa numa posição muito delicada”, escreveu. “Eles já encaravam a próxima temporada com um plantel mais frágil e, nos últimos anos, Yates foi praticamente o único reforço externo de peso.” O que mais intriga o analista é o facto de Yates ter estado totalmente integrado nas atividades da equipa até muito recentemente. “Ele participou no campo de treinos em dezembro, e a Visma até divulgou imagens dele a apresentar o novo equipamento”, recorda. “Tudo indica que esta decisão foi tomada ali entre o Natal e o Ano Novo.” Axelgaard acrescenta ainda que já circulavam rumores sobre uma possível reforma em 2025, o que sugere que a ideia não surgiu de repente. Para ele, o problema não está no direito de Yates parar, mas sim na falta de aviso prévio. “É legítimo esperar que uma decisão destas seja tomada com antecedência suficiente para a equipa conseguir reagir”, defende. “Assim, ficaram sem margem de manobra.” O analista admite, ainda que apenas em tom especulativo, que o calendário de corridas pode ter pesado na decisão. “Talvez ele não tenha ficado satisfeito com o plano discutido no estágio de dezembro”, sugere. “Isso poderia implicar um papel mais secundário, como apoio a Jonas Vingegaard, com talvez uma oportunidade própria na Vuelta.” Mesmo assim, Axelgaard não vê aí uma justificação totalmente convincente. “Ele sabia exatamente ao que vinha quando mudou de equipa e deixou um contexto onde era a grande estrela”, sublinha. “Além disso, tem um irmão gémeo que lhe poderia explicar muito bem como é ser um adjunto de luxo numa super-equipa. Não deve ter sido um choque.”PUB Crédito da imagem: Visma-Lease a Bike/X
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