Henrique Casimiro em entrevista: do pelotão profissional a um novo projeto no ciclismo… [com video] 23 de Dezembro, 2025
Partilha!X "Os melhores ciclistas estão preparados para todos os percursos. É o Tour, e 99 em cada 100 vezes, os melhores vencem”, afirma o ex-corredor norte-americano. No seu podcast The Move, Lance Armstrong analisou o percurso da próxima edição da Volta a França. Acompanhado pelos seus antigos parceiros na US Postal, Johan Bruyneel (ex-diretor desportivo) e George Hincapie (seu ex-companheiro de equipa), o norte-americano considerou que o percurso criado pela Amaury Sport Organization (A.S.O) não desfavorece Tadej Pogacar.PUB Lance Armstrong acredita que os grandes corredores se adaptam a todos os percursos e que, salvo um milagre, o mais forte vence sempre. “Li comentários sobre a ASO e o Tour 2025, que dizem a mesma coisa, que estão a tentar dificultar Pogacar com o percurso. Ouvimos dizer que todos os anos, depois de alguns Tours, olhamos para o formato e analisamo-lo em relação a Pogacar ou outrora a Armstrong. Nada disto importa. Sempre brinquei que, se algum dia decidissem fazer 21 etapas em Paris, teríamos de descobrir como ganhar o Tour…”, comenta o antigo corredor. “Pogacar é que tem de estudar como fazer. Esta conversa não faz sentido. Os melhores ciclistas estão preparados para os percursos. É o Tour, e 99 em cada 100 vezes, os melhores vencem”, explica o vencedor de sete Tour, triunfos que lhe foram retirados devido ao escândalo de doping em que foi principal figura. Johan Bruyneel, antigo diretor desportivo de Lance Armstrong na equipa US Postal, também se referiu ao percurso da 112ª edição do Tour de France. “Penso que a principal novidade é o regresso a um percurso tradicional. A primeira semana não é difícil, a primeira etapa de montanha só chega no dia 12, que já é tarde, e é um regresso aos bons velhos tempos”, começou por afirmar o belga. “O melhor corredor com a melhor equipa ganha sempre o Tour de France sem azar. Em termos de altimetria, é mais ou menos igual ao deste ano. Eu gosto do percurso. Gosto do formato”, comenta o ex-dirigente técnico de 60 anos. O norte-americano, de 51 anos, George Hincapie, fala sobretudo de segurança. “Nos últimos anos houve uma luta pela classificação geral desde os primeiros dias. Em 2025, não será assim, o que tornará a corrida mais segura nas etapas iniciais, com os corredores a quererem apenas chegar seguros à meta”, conclui o antigo piloto da US Postal. Créditos da imagem: UAE Emirates Twitter – https://x.com/TeamEmiratesUAE/status/1813652069972340998/photo/2PUB
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